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Feira de Sementes reúne 3 mil pessoas no Paraná

Cerca de 3 mil pessoas, entre agricultores e agricultoras, estudantes, técnicos/as e ativistas da Agroecologia participaram da 15ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade e 1ª Festa dos Guardiões de Sementes, realizada nos dias 11 e 12 de agosto no município de Teixeira Soares, no Paraná. O Cepagro esteve presente através de uma articulação do Projeto Misereor em Rede, com um grupo formado pela educadora Maria Dênis Schneider, da diretoria e equipe técnica da organização, junto com Letícia Barbosa e David Moraes, membros de coletivos de Agricultura Urbana de Florianópolis, além da estudante de agronomia Camila Tavares.
 De acordo com Maria Dênis, “A Feira teve grande presença e participação de agricultoras e agricultores que são as guardiãs e guardiões das sementes da vida”. Ela conta que na tarde do dia 11 as escolas do município de Teixeira Soares visitaram a Feira. “Os estudantes questionaram muito sobre cada semente e levaram algumas pra casa pra suas famílias plantarem”, relata Maria Dênis.
O Cepagro levou sementes de girassol, arroz cateto, milho cunha, feijão rosa, feijão guandu e soja orgânica, oriundas do grupo Semente Puras da Comunidade Luz Figueira, no interior de Minas Gerais. Dênis conclui que “Foram 2 dias muito intensos de grandes aprendizados com as guardiãs e os guardiões de sementes. Em cada troca de sementes, em cada diálogo, éramos brindadas com muitos ensinamentos de cuidados para com a terra e com as sementes”.
com informações e fotos de Maria Dênis Schneider
Veja mais fotos do encontro abaixo e na fanpage do Coletivo Triunfo.

Cepagro segue na incidência política pela Diversificação Agroecológica

Uma comissão com representantes do Cepagro, Fundação do Câncer, Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA) e Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (DESER) entregou hoje ao Chefe de Gabinete da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (SEAD), Nelson Andrade, o relatório do Seminário de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco, realizado em Florianópolis no início de junho. O documento traz importantes subsídios para as chamadas de ATER da Diversificação. Na foto, o coordenador de Desenvolvimento Rural do Cepagro, Charles Lamb, passa o documento a Nelson Andrade.

foto: ASCOM – SEAD

Núcleo Litoral Catarinense e Cepagro participam de capacitação sobre SPG em Torres

A coordenação do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida e os agrônomos Gisa Garcia e Francys Pacheco, da equipe técnica do Cepagro, estiveram em Torres (RS) na semana passada participando de uma capacitação sobre o novo sistema informatizado de registro de dados das famílias da Rede. A comitiva também aproveitou para intercambiar experiências com iniciativas de coletivos de consumidores locais, além de firmar os entendimentos sobre os Sistemas Participativos de Garantia. A atividade foi realizada com apoio da Fundação Inter-Americana.

No primeiro dia da visita, 8 de agosto, o grupo conheceu a cooperativa de consumidores EcoTorres, onde tiveram um bate-papo com Laércio Meirelles, um dos idealizadores da Rede Ecovida, sobre o processo de formação da Rede e o contexto politico da época, além de possíveis rumos deste coletivo que reúne quase 4.500 famílias de agricultores e agricultoras agroecológicos. O coordenador da EcoTorres, Beto Johann, contou sobre a iniciativa de consumidores em criar uma cooperativa para que tivessem acesso a um alimento saudável, limpo e que valorizasse a produção local.

Na 4ª feira, 9 de agosto, o grupo visitou a sede da Associação Ecovida de Certificação Participativa, onde foram apresentados ao novo sistema de cadastro de famílias da Rede Ecovida. Cristiano Motter, técnico do Centro Ecológico, explicou que a partir desse ano todos os dados da propriedade e de produção das famílias membros da Rede serão incluídos nessa plataforma online, o que permitirá gerar automaticamente os certificados e relatórios específicos sobre os grupos e Núcleos, como por exemplo, áreas de produção, diversidade de alimentos, entre outros.
com informações e fotos de Gisa Garcia

Cepagro promove atividades sobre PANCs no Sul da Ilha

PANCS 2No dia 27 de julho aconteceu no Centro de Saúde do Ribeirão da Ilha a primeira oficina de uma série de quatro encontros sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), realizados em parceria com a EPAGRI.  Participaram da atividade as agentes de saúde e colaboradores do posto, além de moradores do bairro e também do Campeche e de Canasvieiras.
PANCS 4A nutricionista Cristina Ramos Callegari, da EPAGRI, apresentou uma série de informações nutricionais e a importância da identificação das PANCs , além de falar da relevância dos espaços de controle social como os Conselhos de Segurança Alimentar (CONSEA e COMSEAS). Após a explicação téorica, o engenheiro agrônomo e agricultor Erasmo , morador da Caieira da Barra do Sul, apresentou diversas plantas, num rico momento de reconhecimento e troca de saberes.
PANCS 1
A oficina terminou com uma degustação de receitas a base de PANCs:  bolo de bertalha com geléia de malvavisco,  pesto de ora-pro-nóbis, torta de legumes com ora-pro-nóbis e suco de butiá.  Este ciclo de atividades conta com apoio do projeto Misereor em Rede, articulado pelo Cepagro junto com outras três organizações do sul do Brasil. Nas próximas atividades, estão previstos mais oficinas e também intercâmbios. A educadora do campo e técnica do projeto Misereor em Rede Erika Sagae ressalta que “todos saíram bem entusiasmados da oficina. Agradecemos especialmente a coordenadora do Centro de Saúde, Carla, e a toda sua equipe que esteve presente participando da oficina e mobilizando a comunidade”.
com informações e fotos de Erika Sagae

Cepagro é contemplado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura

A proposta do livro de receitas Saberes, Sabores e Histórias dos Engenhos de Farinha foi selecionada dentre outros 1.800 projetos inscritos em 2017. O projeto do Cepagro foi contemplado na categoria Culturas Populares e tem o objetivo de promover, através de eventos gastronômicos e da publicação de um livro de receitas, o patrimônio agroalimentar e biocultural dos engenhos de farinha de Santa Catarina. A iniciativa dá continuidade à mobilização junto aos engenhos de farinha artesanais de Santa Catarina que o Cepagro – através do Ponto de Cultura Engenhos de Farinha – vem retomando desde final do ano passado.

 

 

 

Alimentamos nosso povo e construímos movimento para mudar o mundo

É o que afirma a Carta da 7ª Conferência da Via Campesina, realizada de 16 a 24 de julho no País Basco. Reproduzimos o documento abaixo, destacando que: A agroecologia camponesa é a base da nossa proposta e visão da soberania alimentar dos povos dos povos do mundo. Para fazer isso, insta uma verdadeira reforma agrária abrangente e popular, a defesa dos camponeses e territórios indígenas e a recuperação dos sistemas alimentares locais.

Carta Oficial da 7ª Conferência Internacional da Via Campesina

Euskal Herria, País Basco

16 ao 24 de julho de 2017

Alimentamos nosso povo e construímos movimento
para mudar o mundo

Delegados e delegadas da Via Campesina, representando os nossos movimentos e organizações, estamos reunidos no País Basco de 16 ao 24 de julho de 2017 para celebrar nossa VII Conferência Internacional. Euskal Herria é uma terra bonita de solidariedade, luta, resistência, com sua própria língua, onde a tradição de boa comida produzida por agricultores/as e pescadores/as locais é mantida viva. Nós, os camponeses/as, trabalhadores/as rurais, sem terra, povos indígenas, pastores, pescadores/as artesanais, mulheres camponesas e outros povos que trabalham no campo em todo o mundo declaramos que nós alimentamos nosso povo e construir um movimento para a mudança o mundo.
Com o aumento do capital financeiro, tem havido um período concentração desenfreada da nossa água, semente, terra e território. Tecnologias perigosas são promovidas, às vezes com impactos irreversíveis, tais como transgênicos, produção animal confinado em grande escala e biologia sintética. Acelera-se a substituição das economias produtivas reais pela economia financeira, sob a dominação do capital especulativo. As megafusões concentrar mais do que nunca o domínio sobre os sistemas alimentares. Há uma nova fórmula do neoliberalismo combinado com o discurso do ódio, em que os problemas causados pela mesma concentração de riqueza estão sendo usados para dividir o nosso povo e criar conflitos étnicos, religiosos e migrante. Estamos enfrentando uma onda de violação dos nossos direitos humanos, companheiros e companheiras mortas, presos, torturados e ameaçados em todo o mundo.
Os concentradores de recursos fazem guerra contra nós, muitas vezes através da OMC, Banco Mundial, FMI, o imperialismo, os acordos de livre comércio e leis que privatizam os nossos bens comuns, mas cada vez mais através de bombardeio, ocupação militar e as medidas econômicas genocidas. Nós estamos em solidariedade com a Palestina e outros povos que continuam a sofrer e resistir contra essas imposições. Milhões de migrantes e refugiados estão sendo deslocados pela guerra e falta de acesso às necessidades básicas.
Além disso, em muitas sociedades sopra um vento frio de xenofobia, racismo, fundamentalismo religioso e ódio de classe. A criminalização da migração e protesto social está ligada ao poder da mídia corporativa hegemônica que demoniza os setores organizados do povo. A mídia corporativa defende os interesses do capital e, recentemente, estão promovendo a derrubada de alguns governos e colocando outros. O poder midiático manipula grandes segmentos da população, criando condições para violações dos direitos humanos.
O sistema capitalista e patriarcal não é capaz de reverter a crise em que vive a humanidade, apenas continue destruindo nossos povos e aquecendo à Mãe Terra. A Terra está viva, mas o capitalismo é uma doença que pode matar.
Diante dessa grave situação, nós:

  1. Nós alimentamos nosso povo:
    Por mais de meio século, nós foram vendidos a ideia da “revolução verde”, que não tem nada revolução ou verde. Sob o pretexto de produtividade ao curto prazo, este modelo de agronegócio tem envenenado o solo, monopolizado e poluído a água, tombado florestas, secado rios e substituído as nossas sementes com sementes comerciais e transgênicas. Em vez de acabar com a fome, o agronegócio tem criado mais problemas de alimentação, e deslocados ao povo do campo. É um modelo de agricultura sem agricultores / as altamente excludente. Enquanto o agronegócio recebe subsídios e políticas favoráveis, em nossa agricultura camponesa e indígena vamos continuar fazendo o que temos feito há milênios: produzir alimentos saudáveis para as nossas famílias, comunidades e povos.
    Enquanto os governos impor leis de sementes que garantem a privatização e os lucros das transnacionais, nós cuidamos as sementes camponesas, trabalhadas, selecionado e melhorado por nossas antepassadas. Nossas sementes são adaptadas à nossa terra, onde com manejo agroecológico produzimos sem a necessidade de comprar agrotóxicos ou outros insumos externos. Nossa agroecologia camponesa alimenta o solo com matéria orgânica, se baseia na biodiversidade, preserva e restaura variedades de sementes e raças de animais camponês, trabalhando com a sabedoria dos povos e com a Mãe Terra para nos alimentar. Sua principal fonte é o conhecimento camponês indígena, ancestral e popular que temos acumulado ao longo de gerações, dia a dia, através da observação e pesquisa constante em nossa terra, compartilhada após durante trocas entre camponeses e entre as nossas organizações. Nossa agroecologia tem um camponês e popular; ela não se presta a soluções falsas como o capitalismo “verde”, os mercados de carbono e a agricultura “climaticamente inteligente”. Rejeitamos qualquer tentativa de cooptação da agroecologia pelo agronegócio.
    A agroecologia camponesa é a base da nossa proposta e visão da soberania alimentar dos povos dos povos do mundo. Para fazer isso, insta uma verdadeira reforma agrária abrangente e popular, a defesa dos camponeses e territórios indígenas e a recuperação dos sistemas alimentares locais.
    Além de fortalecer e desenvolver nossos mercados de camponeses, precisamos construir novas relações entre as classes populares do campo e da cidade, bem como novos canais de distribuição e vendas, a construção de um novo modelo de relações sociais humano, econômico e baseada no respeito , solidariedade e ética. A reforma agrária, agroecologia camponesa e a soberania alimentar, esfriamos o planeta e construímos sociedades mais justa e humana.
  2. Construímos movimento:
    A humanidade em crise busca soluções. Cada vez mais, o nosso movimento é uma referência para os povos que lutam. La Via Campesina continua a crescer e nossa proposta se fortalece. No entanto, os nossos inimigos também se fortalecem e nossa construção de movimento enfrenta desafios para avançar.
    A luta de massas é o coração da Via Campesina. O trabalho de base das nossas organizações devem ser reforçadas, para integrar mais trabalhadores e trabalhadoras do campo, mais camponeses e camponesas , mais comunidades indígenas, mais migrantes, mais aldeias da diáspora africana, mais atingidos/as pelo modelo do capitalismo agro-hidro -extrativista. Precisamos fortalecer as parcerias a nível local, nacional e internacional, sobretudo entre as classes trabalhadoras do campo e da cidade
    Nosso movimento tem o patriarcado como inimigo. O caráter feminista da Via Campesina reforçar a nossa unidade e compromisso de combater pela igualdade e equidade de gênero. A chave para o fortalecimento de nossas próprias organizações e alcançar alianças mais amplas é a construção de um movimento feminista camponês dentro Via Campesina. Fortalecer a participação política das mulheres em todas as áreas e níveis de nosso movimento. Nossa luta é por um fim a todas as formas de violência contra a mulher: física, sexual, psicológica e econômica. Comprometemo-nos a aumentar nossa capacidade de compreender e criar ambientes positivos em torno de gênero dentro das nossas organizações e nossas alianças. A falta de tolerância para a diversidade é parte do processo de mudança da juventude rural. Um campo diversificado, não violento e inclusivo é crucial para La Via Campesina.
    Em todo o mundo a juventude tem sido cada vez mais expulsa do campo pelas várias formas de capital e patriarcado e a discriminação de idade restringe a sua visibilidade e participação plena em nossas organizações. E nós nos comprometemos com as novas gerações no campo e em nosso movimento, buscando a plena inclusão dos jovens nas áreas de liderança e de tomada de decisão dentro das nossas organizações, formação e produção de alimentos agroecológicos.
    Milhões de nós migraram como forma de resistência para não desaparecer como povos, como camponeses/as, como as mulheres ou como jovens. Desafiamos limites, derrubamos muros e enfrentamos o racismo e a xenofobia. Nós construímos um movimento articulando a camponeses/as, trabalhadores / as rurais e migrantes, e não como vítimas merecedoras de assistência, mas como detentores de direitos, incluindo o nosso direito à livre circulação.
    Nosso trabalho com nossos aliados para conseguir uma Declaração da ONU sobre os direitos dos camponeses e outras pessoas que trabalham em áreas rurais é de fundamental importância para centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Vamos fortalecer o trabalho nos nossos países para conseguir a adoção. Este instrumento crucial vai fortalecer os direitos dos povos do campo para proteger seus meios de vida e continuar a alimentando o mundo.
    Temos de continuar a acelerar a formação política e ideológica, organizacional e técnica com os nossos próprios pensamentos, formando pessoas para a luta e para a transformação porque sabemos a educação convencional quebra com a nossa identidade e pensamento. A formação é crucial para os nossos movimentos criar sujeitos novos e ativos, sujeitos para forjar nosso próprio destino. Em nossa luta também é necessário para continuar a construir a nossa própria comunicação autônoma e parcerias com meios de comunicação alternativos, o que nos tornaria conscientes da nossa cultura, a nossa dignidade e nossa capacidade de transformar a sociedade.
  1. Para mudar o mundo:

O caminho é longo. Estamos crescendo como um movimento, mas o capitalismo selvagem e guerras de um sistema global em crise colocaram todos nós, nossas comunidades, organizações e sociedades em situação de risco. Diante da barbárie é urgente construir outro futuro para a humanidade. Em um contexto extremamente complexo, La Via Campesina é uma motor de luta pela transformação e garante a paz no mundo. Através do nosso trabalho diário no campo, a nossa contribuição global para a alimentação, nossas parcerias e nossa luta pela soberania alimentar, temos conseguido a confiança de grande parte dos povos e movimentos. Nós assumimos a responsabilidade de continuar a semear a paz neste planeta, assim como temos globalizado a luta e semeado a esperança em todos os cantos do mundo.    
É de particular importância que a nossa luta tenha alcançado um novo reconhecimento do campesinato, e conseguiu mudar os próprios termos de debates internacionais e nacionais sobre alimentação, agricultura e rural. Nunca mais as políticas serão formuladas sem ouvir as nossas vozes em alto, ou sem estar na mesa o tema dos direitos dos camponeses, agroecologia, reforma agrária e, especialmente, a soberania alimentar.
Crescer e fortalecer-nos como um movimento significa cuidar do trabalho de base, forma alianças, luta contra o patriarcado, o imperialismo e o capital financeiro com convicção, compromisso e disciplina. Esta luta é fundamental para a humanidade e a supervivência da Mãe Terra. De Euskal Herria, fazemos um chamado aos povos do mundo para lutar juntos. É hora de construir um mundo de fraternidade e solidariedade entre os povos.

“Alimentamos nosso povo e construímos movimento para mudar o mundo”

Globalizemos a luta!
Globalizemos a esperança!

 

Cepagro visita Restaurante Popular em Joinville

A visita, realizada no dia 27 de julho, fez parte de uma agenda conjunta entre COMSEAS (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável), CONSEA (Conselho Estadual de SAN) e o Mandato do Vereador Marquito (PSOL/SC) para que a Secretária Municipal de Assistência Social de Florianópolis, Katherine Schreiner conhecesse esse equipamento público de Segurança Alimentar e Nutricional. Florianópolis ainda não dispõe de um restaurante popular público.

O presidente do COMSEAS e também diretor-presidente do Cepagro, Eduardo Rocha, participou da visita e explica que o Restaurante é mantido por uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Joinville e a Associação de Segurança Alimentar e Nutricional de Joinville (ASANJ), composta por servidores da Prefeitura, membros do COMSEAS local e sociedade civil. O Restaurante Popular Herbert de Souza oferece refeições a R$ 1 (para beneficiários do Bolsa-Família), R$ 2 (aposentados e pensionistas) e R$ 5 (público em geral). “É interessante notar que o Restaurante conecta outras políticas públicas de SAN, como o Programa de Aquisição de Alimentos, que compra da agricultura familiar de Joinville”, completa Eduardo.

O presidente do COMSEAS e do Cepagro destaca também que “quando um gestor público se sensibiliza para as políticas de SAN, elas passam a ser implementadas e consolidadas de forma eficiente”. Em Joinvile, a Segurança Alimentar e Nutricional é um dos tópicos da Lei de Diretrizes Orçamentárias do município. Já em Florianópolis, só recentemente o mandato do vereador Marquito conseguiu incluir a rubrica “Restaurante Popular” na LDO.