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Ministério do Meio Ambiente lança Manual de Compostagem elaborado em parceria com Cepagro e SESC

Buscando popularizar e disseminar conhecimento sobre a reciclagem de resíduos orgânicos através da compostagem, o Ministério do Meio Ambiente lançou na última quarta, 21 de junho, o manual Compostagem Doméstica, Comunitária e
Institucional de Resíduos Orgânicos. A publicação é o primeiro resultado do Acordo de Cooperação Técnica firmado em 2015 entre a Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, o Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (Sesc/SC) e o Centro de Estudo e Promoção da Agricultura de Grupo (Cepagro). A parceria tem por objetivo estabelecer intercâmbio de experiências, informações, material técnico, metodologias e tecnologias referentes à gestão comunitária e institucional de resíduos orgânicos, associada à agricultura urbana e à educação ambiental.

Com linguagem acessível e ilustrações lúdicas, o manual traz técnicas de compostagem doméstica, comunitária e institucional de resíduos orgânicos e aborda o “Método UFSC” (em referência à Universidade Federal de Santa Catarina, onde foi mais estudado e adaptado às condições brasileiras), que consiste em uma estratégia segura e de baixo custo. A publicação está disponível neste link.

E não perca, no dia 3 de julho, o Seminário “A Compostagem de Pequeno Porte como solução para os municípios de Santa Catarina”, que acontece na ALESC a partir das 8h. Durante o evento será lançado a publicação Critérios Técnicos para Elaboração e Projeto, Operação e Monitoramento de Pátios de Compostagem de Pequeno Porte, elaborada pelo Cepagro em parceria com a Comcap e Fatma e com apoio da FAPESC.  Inscrições e informações pelo email seminariocompostagem@gmail.com.

(informações de Waleska Barbosa, da ASCOM-MMA)

Cepagro convida para Seminário sobre Compostagem no início de julho

O Seminário A Compostagem de Pequeno Porte como Solução para os municípios de Santa Catarina acontece no dia 3 de julho, no Auditório Antonieta de Barros da Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Promovido em parceria pela Fapesc, Cepagro, Comcap, Fapesc e Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (LACAF-UFSC), o evento marca o lançamento da publicação Critérios Técnicos para Elaboração de Projeto,Operação e Monitoramento de Pátios de Compostagem de Pequeno Porte, elaborado por essas instituições. O evento é gratuito e aberto ao público.

Na programação, haverá também painéis sobre Experiências de Gestão de Resíduos Orgânicos e também da Política Nacional de Resíduos Sólidos e iniciativas no Estado de Santa Catarina, com representantes do Ministério do Meio Ambiente, da Prefeitura Municipal de Florianópolis e do Ministério Público de Santa Catarina. Além disso, o professor Rick Miller, do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, falará sobre o Método UFSC de Compostagem.

 

Para participar, faça sua inscrição pelo email seminariocompostagem@gmail.com.

PROGRAMAÇÃO

8h – Recepção
8h30 – Abertura
09h30 – O Método UFSC de Compostagem –
Prof. Rick Miller
Depto. Eng. Rural CCA/UFSC
10h – Experiências de Gestão de Resíduos Orgânicos
– Projeto Família Casca – Silvane Dalpiaz do Carmo /Floram
– SESC Cacupé – Renato Trivella
– Centro de Valorização de Resíduos e Jardim Botânico – Flávia Vieira
Guimarães Orofino/COMCAP
– Revolução dos Baldinhos – Ana Karolina da Conceição, Cíntia Cruz e Rose Helena de Souza.
– Feiras Sustentáveis: São Paulo – Eugênia Gaspar da Costa/INOVA
12h – Almoço
13h30 – Painel: A Política Nacional de Resíduos Sólidos e iniciativas no Estado de Santa Catarina
– Lúcio Proença – MMA: A PNRS e a Compostagem;
– Paulo Locatelli – MP/SC: Programa Lixo nosso de cada dia;
– Elsom Bertoldo Passos – Sec. Habitação/Prefeitura Municipal de
Florianópolis: Plano Municipal de Gestão de Resíduos.
15h30 – Lançamento do Boletim Técnico: “Critérios técnicos para
elaboração de projeto, operação e monitoramento de pátios de
compostagem de pequeno porte”
16h30 – Lançamento do Vídeo:
“Revolução dos Baldinhos: o Modelo de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana” – Projeto FAPESC
17h00 – Encerramento

 

 

Agricultura e Saúde debatem alternativas ao cultivo de tabaco

 

Representantes de órgãos públicos e organizações da sociedade civil ligados à agricultura familiar e saúde pública estiveram reunidos em Florianópolis de 5 a 7 de junho no Seminário de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco para discutir alternativas à produção de fumo para as cerca de 150 mil famílias de agricultores que ainda dependem dessa atividade.

texto e foto: Carú Dionísio

Promovido pela Secretaria Especial da Agricultura Familiar (SEAD) em parceria com a Fundação do Câncer e articulação local do Cepagro, o evento contou com a participação de cerca de 80 pessoas. Estiveram presentes técnicos e técnicas que operaram a chamada para Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco, podendo assim dialogar diretamente com a SEAD.  “A ideia é fazer um evento mais propositivo, recuperar uma articulação nacional para colocar novamente essas demandas para o governo atual e reforçar ações que já vêm acontecendo, respaldando-nos para as próximas chamadas”, explicou Charles Lamb, coordenador de Desenvolvimento Rural do Cepagro na abertura do evento.

Dentre os principais encaminhamentos saiu o compromisso da SEAD com uma nova chamada de ATER para Diversificação. Para colaborar na formatação do edital, reavaliando pontos complicados de operar da atual chamada, formou-se um Grupo de Trabalho com Cepagro, Deser (PR) e Capa (RS), além de outros parceiros da rede de diversificação. O GT irá se reunir com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER) nos dias 19 e 20 de junho em Brasília para apresentar subsídios na elaboração da nova chamada. Expansão do tempo da chamada para 5 anos, foco de trabalho com mulheres e juventude e integração a outras políticas públicas (como de comercialização) foram algumas das demandas apresentadas pelas organizações para o próximo edital.

O Seminário aconteceu na semana seguinte ao Dia Mundial sem Tabaco, lembrado anualmente em 31 de maio. Nesta data, o Instituto Nacional do Câncer e o Ministério da Saúde lançaram estudo que mostra que as doenças relacionadas ao tabaco custam R$ 56,9 bilhões ao País anualmente, sendo  R$ 39,4 bilhões com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, “decorrentes da perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores”. Enquanto isso, a arrecadação com impostos com a venda de cigarros em 2015 somou R$ 12,9 bilhões, deixando um saldo negativo do tabagismo para o de R$ 44 bilhões. “Por enquanto, esse é nosso principal argumento para confrontar a indústria do tabaco”, afirmou Felipe Mendes, do INCA, durante o Seminário.

Os impactos socioambientais da produção de fumo, entretanto, ainda não são mensurados. Neste sentido, o Seminário trouxe profissionais do campo da saúde para dar visibilidade os impactos da fumicultura na pele dos agricultores e agricultoras. Silvana Turci, da Fiocruz, e Anaclaudia Fassa, da Universidade Federal de Pelotas, trouxeram informações sobre a Doença da Folha Verde do Tabaco e intoxicação com agrotóxicos.

Para fazer frente a essa cadeia de dependência do sistema integrado de produção – em que o agricultor recebe um “pacote tecnológico” pronto e tem a “garantia” de compra pelas fumageiras -, a articulação em rede é fundamental, como mostraram as apresentações de Rita Surita, do Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA) e Alessander Von Wagner Fagundes, da Cooperfumos, organizações gaúchas que operaram a chamada do ex-MDA e contaram com a parceria de sindicatos, federações e outras organizações para fundamentar sua atuação. Enquanto dados do Deser apontam que mais de 70% dos fumicultores entrevistados no Paraná têm vontade de abandonar a fumicultura, Rita afirma que “o que faz o agricultor mudar mesmo é a segurança”. Gisa Garcia, do Cepagro, traduz o que é essa segurança: “quem vai me ensinar a cultivar outra coisa e pra quem vou vender”.

Diversificação agroecológica, valorização do protagonismo feminino e incentivo à juventude são algumas das estratégias das organizações para fortalecer as alternativas ao cultivo de fumo. Do público de 1.200 famílias atendidas pelo CAPA na região de Pelotas e São Lourenço do Sul (RS), por exemplo, metade é liderada por mulheres. Numa pesquisa feita a 160 do total das famílias, a organização verificou que “em cerca de 60% dos casos a diversificação é puxada por mulheres. Além disso, após a chamada verificamos que 85 famílias passaram a comercializar pelo Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional da Alimentação Escolar”, contou Rita.

Veja também a reportagem de Fernando Lisbôa na TV UFSC sobre o Seminário.

 

 

Alimentos orgânicos: mais saúde e segurança para quem cultiva e para quem come

Seja pela apresentação de dados estatísticos, estudos acadêmicos ou pelas histórias de agricultoras e agricultores, essa foi a tônica da Semana Nacional do Alimento Orgânico em Florianópolis, celebrada no final de maio e início de junho. No Seminário de Alimentos Orgânicos realizado pela Cidasc em parceria com o Cepagro na FIESC no dia 1º de junho e na Feira Orgânica CCA do dia 2, o público pode conhecer melhor sobre a produção, certificação e comercialização de alimentos orgânicos. Além de mais reconhecimento pelo trabalho dos e das que produzem alimentos bons e limpos, outra demanda ganhou força nessa Semana: maior participação dos consumidores e consumidoras nos processos de certificação e comercialização de orgânicos. Como disse o agricultor Anderson Romão, do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida: “A parte mais difícil a gente faz, que é acordar cedo e plantar. Para o negócio virar mesmo, tem que partir do consumidor”.

Texto e foto: Carú Dionísio

“Me sinto confortável em dizer para os consumidores que podem consumir orgânico em Santa Catarina, porque é de qualidade”. A fala do engenheiro agrônomo Matheus Mazon Fraga, da CIDASC, veio após ele apresentar os resultados do Programa de Monitoramento da Produção Orgânica Vegetal durante o Seminário de Alimentos Orgânicos que aconteceu no dia 1º de junho. Implementado pela CIDASC com apoio do Banco Mundial, o Programa fez a coleta e análise de 1840 amostras de 13 cultivos orgânicos entre 2012 e 2016. Dessas, apenas 6% apresentaram inconformidades, como resíduos de agrotóxicos. “E, nesses casos, os órgãos públicos estão tomando as providências”, assegurou o agrônomo.

Enquanto a coleta e análise de resultados cabe à CIDASC, a averiguação das inconformidades está a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Segundo o engenheiro agrônomo Francisco Powell Van de Casteele, do MAPA, a maioria das ocorrências de resíduos de agrotóxicos em alimentos orgânicos é devido à proximidade entre propriedades agroecológicas e convencionais, com barreiras insuficientes: “Parece um contrassenso, mas é o produtor orgânico que tem que proteger sua produção de um vizinho que às vezes não segue boas práticas no uso de agrotóxicos”, afirmou. Nos casos em que se verifica negligência ou má fé por parte do agricultor supostamente orgânico, é feito um auto de infração, que pode gerar multas. “Depois de várias autuações, encaminhamos para o Ministério Público”, completou.

Se pela segurança a população pode confiar nos alimentos orgânicos, seu valor de mercado ainda restringe seu consumo. Entretanto, os benefícios ambientais da agricultura orgânica não têm preço, de acordo com Francisco Powell: “Falam que o orgânico é caro. Mas se pensarmos na água potável que deixa de ser contaminada e na contribuição da agricultura orgânica para sua preservação, perceberemos os benefícios dessa atividade no fornecimento de água de qualidade para toda população”, avaliou.

A relação entre o consumo de alimentos orgânicos e os benefícios ambientais e para a saúde da agricultura ecológica foi corroborada durante o Seminário pela nutricionista Elaine de Azevedo, professora da Universidade Federal do Espírito Santo: “Comprando da agricultura familiar e dos povos e comunidades tradicionais, continuaremos donos de nossos recursos ambientais”, afirmou. Convidando o público a refletir sobre o alto consumo de carnes – já que a pecuária é uma das atividades com mais impactos socioambientais da atualidade -, a professora ressaltou na sua fala como a alimentação também é política. Quando podemos escolher o que comemos, optamos também por determinado modelo produtivo e social. “Para a alimentação ser política, é preciso pensar em quem trabalha no campo”, disse. Além de mais seguro para trabalhadores e trabalhadoras rurais, pois não envolve o manejo de agrotóxicos, os alimentos orgânicos também têm melhor valor nutricional em relação aos chamados convencionais, de acordo com vários estudos apresentados pela professora no Seminário. Elaine encerrou sua fala com a leitura do potente “Manifesto da Comida de Verdade”.

Mas como aumentar o acesso a esses alimentos bons, limpos e justos, num cenário em que grandes conglomerados empresariais dominam o mercado mundial de alimentos? Para o professor Oscar José Rover, coordenador do Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar da UFSC, a chave é aproximar produtores e consumidores, investindo em feiras, circuitos curtos de comercialização e células de consumidores, muitas vezes organizados pela internet. Novamente, o papel do consumidor e da consumidora é enfatizado, como disse o agricultor agroecológico Anderson Romão.

Anderson fez sua apresentação junto com outros 5 agricultores e agricultoras do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida de Agroecologia, que fecharam a programação do Seminário de Alimentos Orgânicos. Além de explicar o funcionamento da Rede, a agricultora Claudete Ponath (Piçarras) apresentou um panorama de abrangência do Núcleo Litoral Catarinense, que envolve 130 famílias de agricultores de 28 municípios, de Garopaba até Joinville. Nas suas falas, o grupo reforçou que a Rede vai bem além da certificação, como disse a agricultora Sônia Jendiroba, do grupo Ilha Meiembipe (Florianópolis): “Quando entrei pra Rede eu queria muito mais do que plantar sem veneno. Queria fazer parte da agroecologia, estar mais próximo dos consumidores e com outros agricultores”.

Para Sônia, ser visitada pelas pessoas que comem os alimentos que ela cultiva só traz mais credibilidade para seu trabalho, além de fortalecer seu compromisso com a Rede: “Esse olhar nos dá credibilidade e também responsabilidade de produzir e vender, saber que não vamos falhar na frente, senão toda a Rede vai pagar o pato. Temos esse compromisso social de que o que produzimos é saúde”, concluiu.

Já Pedro Eger, do grupo Harmonia da Terra, de Rancho Queimado, enfatizou o intercâmbio de informações entre agricultores e agricultoras como uma das principais motivações para estar na Rede: “Além da diminuição do custo, nós migramos da certificação por auditoria para a participativa pela oportunidade de trocar experiências com outros agricultores”, disse.

A Semana do Alimento Orgânico terminou com uma edição festiva da Feira Orgânica CCA. Veja como foi na fotorreportagem de Joelson Cardoso para o Cotidiano UFSC e também na reportagem de Marcelo Luiz Zapelini para o Desacato.info.

Confira também a matéria de Fernando Lisbôa para o telejornal UFSC Cidade.

Veja mais fotos do Seminário na galeria abaixo:

Feira Orgânica CCA: três anos aproximando o campo da cidade

fotos: Carlos Pontalti

Para comemorar seu terceiro aniversário e celebrar a Semana do Alimento Orgânico, a Feira Orgânica CCA teve uma edição especial na última sexta-feira, 2 de junho. Café agroecológico, oficinas, sorteio de cesta de alimentos orgânicos e uma animada apresentação musical movimentaram o Centro de Ciências Agrárias. A articulação com outros grupos de agroecologia da Rede Ecovida enriqueceu a oferta de alimentos: além do Grupo Flor do Fruto, de Biguaçu, vieram agricultoras e agricultores de Garopaba, Angelina, Piçarras e Florianópolis.

O grupo comunitário da Revolução dos Baldinhos também marcou presença.

A parceria com Laboratórios da Universidade também coloriu a Feira. Vieram representantes do Assentamento Comuna Amarildo, convidados pelo Laboratório de Educação no Campo e Estudos da Reforma Agrária (LECERA).

O grupo Horta Orgânica CCA, coordenado pelo professor  Antonio Augusto, realizou um belo manejo da agrofloresta em frente ao Cepagro, transformando-a numa horta mandala, com a colaboração do pessoal da Horta Comunitária do PACUCA.

O professor Ilyas Siddique colaborou na troca e distribuição de sementes, enquanto Rick Miller fez uma oficina de despolpa de jerivá.

Saiba mais sobre a Feira Orgânica CCA nas reportagens do portal Desacato e do Cotidiano UFSC.

Confira também o ensaio fotográfico do estudante Carlos Pontalti.

Prefeitura de Florianópolis assina decreto que cria Programa Municipal de Agricultura Urbana

O texto, resultado de um processo de construção participativa da Rede Semear de Agricultura Urbana, foi assinado pelo prefeito Gean Loureiro (PMDB) na última segunda, 5 de junho. O Cepagro esteve presente na cerimônia, tendo participado do Grupo de Trabalho intersetorial da Prefeitura que construiu o decreto.  O decreto estabelece diretrizes para a construção do Programa Municipal de Agricultura Urbana e Produção Orgânica.

Foto: Flora Neves

O Programa Municipal de Agricultura Urbana permite exclusivamente práticas agroecológicas que envolvam produção, agroextrativismo, coleta, transformação e prestação de serviços, de forma segura, para gerar produtos agrícolas, pesca e pecuários voltados ao consumo próprio, trocas, doações ou comercialização, reaproveitando-se de forma eficiente e sustentável os recursos e insumos locais.

(com informações da Prefeitura Municipal de Florianópolis).

Cepagro participa do Seminário “Desafios Socioambientais Contemporâneos” em São Paulo

O coordenador de Agricultura Urbana do Cepagro, Júlio César Maestri, participa nesta 5ª e 6ª (1 e 2 de junho) do seminário Diálogos sobre os Desafios Socioambientais Contemporâneos, promovido pelo SESC Vila Mariana, em São Paulo. Júlio abordará a experiência do Cepagro em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana no painel  Novos Arranjos Econômicos-Tecnológicos.

O seminário propõe abordar o avanço da crise ambiental planetária a partir de uma dupla perspectiva: a compreensão do problemático contexto atual e a apresentação de caminhos teóricos e práticos que já estão em curso para minorar os impactos ambientais e construir um planeta mais sustentável e equânime. Para tanto, especialistas de várias áreas do conhecimento tratarão do tema, que é por definição transdisciplinar, ao traçar um panorama do contexto socioambiental contemporâneo, discutir a natureza como bem público e a apropriação do patrimônio ambiental como mercadoria, o caráter econômico e tecnológico envolvidos nas discussões sobre sustentabilidade, e esforços realizados para promover a educação ambiental e a influência nas políticas públicas.
(informações do SESC/SP)