Encontro da Rede Ecovida reúne 180 pessoas em Joinville

Realizado na última quinta, 15 de setembro, o 10º Encontro do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida trouxe cerca de 180 participantes para o Bairro Vila Nova, em Joinville. Palestras, oficinas, apresentação musical e trocas de sementes rechearam a programação do evento, organizado pelos grupos Rio Cristina e Piraí-Cubatão, que reúne famílias de Joinville e Guaramirim. Seguindo a tendência de outros encontros, a alimentação servida foi praticamente toda orgânica (à exceção de poucos itens), graças ao esforço e colaboração de todos os 17 grupos do Núcleo e ao Circuito de Comercialização da Rede Ecovida.

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Dezessete grupos estiveram representados no Encontro.

O agricultor Samir Grah (camisa verde), coordenador do Grupo Rio Cristina, abriu os trabalhos.

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O técnico Marcos Sturmer coordenou as atividades.baixa4

 

 

 

 

Na sequência, os grupos se apresentaram e compartilharam um momento artístico-cultural, cantando ou apresentando vídeos.

Grupo Terra Viva – Angelina
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Grupo Águas Correntes – São Bonifácio
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Grupo Garopaba
Grupo Paulo Lopes
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Grupo Ilha Meiembipe – Florianópolis
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Grupo Biguaçu
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Grupo Harmonia da Terra – Rancho Queimado, Alfredo Wagner e Águas Mornas
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Grupo Associada – Nova Trento e Major Gercino
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Grupo Costa Esmeralda – Porto Belo
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Grupo Arca – Camboriú
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Grupo Tucum – Piçarras
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Grupo Schroeder
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Grupo Jaraguá do Sul
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Grupo Piraí Cubatão
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Grupo Rio Cristina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Três palestras trouxeram bastante informação para os participantes.

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Juliana Neves, da REVivo Sucos Orgânicos, falou sobre prensagem de sucos de frutas e verduras a frio.

 

 

 

 

 

A professora Vera Silva Santos falou sobre Manejo e Conservação de Solos
A professora Vera Silva Santos falou sobre Manejo e Conservação de Solos

 

 

 

 

 

 

José Antônio Marfil, membro histórico da Rede, falou sobre o Circuito de Comercialização
José Antônio Marfil, membro histórico da Rede, falou sobre o Circuito de Comercialização

 

 

 

 

 

A equipe dos grupos anfitriões mandou ver na cozinha e preparou um belíssimo almoço agroecológico.

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Na parte da tarde, as oficinas abordaram Comercialização, Controle Agroecológico de Pragas e Doenças e Agroindustrialização de Alimentos Agroecológicos.

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Agroindustrialização
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Manejo Agroecológico de Pragas e Doenças
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Comercialização

 

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Manejo Agroecológico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas conversas paralelas, muita troca de ideias e experiências.

Veja abaixo mais algumas imagens do Encontro

Cepagro adere ao Programa Empresa Cidadã

por Eduardo Daniel Rocha, diretor-presidente do Cepagro

Agora a equipe do Cepagro pode acessar os benefícios do PROGRAMA EMPRESA CIDADÃ. O programa prevê  dois meses adicionais para funcionárias de empresas privadas de todo o país e para servidoras públicas federais, ampliando a licença-maternidade de 120 para 180 dias. Nesses casos, a ampliação do período vai depender de cada empresa. O benefício vale também para as trabalhadoras que fizerem adoções, mas varia de acordo com a idade da criança adotada. Para os homens, o Empresa Cidadã aumenta a licença-paternidade de 8 dias para 20 dias.

Rede de Agricultura Urbana sai fortalecida do II Encontro Municipal

Quase 200 pessoas participaram do II Encontro Municipal de Agricultura Urbana no último sábado, 25 de junho. O evento aconteceu no Departamento da Arquitetura da UFSC, com apoio do Cepagro, Ministério da Agricultura, Quintais de Floripa  e Prefeitura Municipal de Florianópolis. Dentre os principais temas discutidos, a Rede defende em Carta a manutenção de áreas rurais na Ilha de Santa Catarina pelo Plano Diretor. Como afirmou o agricultor urbano Anderson Adalício Silva em uma das mesas de debate do Encontro, “Dá pra ter agricultura na Ilha. Não em grande escala, mas para viver e comer bem”.

Fotos: Carú Dionísio e Erika Sagae

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Da construção civil para a agroecologia urbana. Anderson Silva produz hortaliças orgânicas no bairro Ratones e as comercializa na Feira Viva Cidade e em restaurantes de Florianópolis. Com as mudanças previstas no Plano Diretor que podem restringir as áreas rurais dentro da Ilha de Santa Catarina, a atividade de Anderson pode ser afetada. Ele compartilhou esta vivência durante o painel sobre Certificação de Produção Orgânica e Agroecológica, que contou com a presença também da professora Graziela Del Monaco (Educação no Campo – UFSC), do representante do Ministério da Agricultura Francisco Powell e mediação do engenheiro agrônomo Francys Pacheco, do Cepagro.

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O Encontro começou com um ciclo de oficinas que trabalharam temas como adubação verde, compostagem e minhocários, produção de mudas e construção de espirais de ervas.

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Na mesa de abertura do evento estavam presentes o médico Leandro Pereira, representando a Secretaria Municipal de Saúde; o diretor-presidente do Cepagro Eduardo Daniel Rocha; Letícia Barbosa da organização Quintais de Floripa e o chefe do Departamento de Arquitetura da UFSC César Floriano.

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Divididos em grupos, os participantes agregaram contribuições para a Carta do II Encontro Municipal de Agricultura Urbana, com diversas sugestões e demandas para incentivar e fortalecer a prática da agricultura nas cidades e assim contribuir para a requalificação urbana, o meio ambiente e a saúde. Como explica a socióloga Juliana Luiz, professora da FURB e uma das fundadoras da Rede Municipal de Agricultura Urbana, a Carta representa tanto “um texto político para os movimentos sociais se apropriarem quanto para orientar políticas públicas”.

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Outro painel durante o evento foi sobre Espaços para Agricultura Urbana no Planejamento Urbano, com a presença do agrônomo Marcos José de Abru (Cepagro), do presidente da Comcap Marius Bagnati  e de representantes do IPUF e do Parque Municipal do Maciço do Morro da Cruz.

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Muitas trocas de mudas, sementes e experiências permearam todo o Encontro.

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Cepagro participa do II Encontro Municipal de Agricultura Urbana

O evento acontece neste sábado, 25 de junho, no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. Na programação, haverá oficinas no período da manhã e painéis à tarde. Técnicos do Cepagro facilitarão as oficinas de produção de mudas, adubação verde e compostagem, além de participarem nos debates vespertinos.

O I Encontro Municipal foi promovido pelo Cepagro em agosto do ano passado, no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho. Nesta 2ª edição, ele continua gratuito e aberto à participação de mais organizações para fortalecer a Rede Municipal de Agricultura Urbana. Para mais informações, visite a página do Facebook.

Veja a programação abaixo:

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Cartilha “Agroecologia: Saberes e Práticas” está disponível online

A publicação faz parte do projeto de Diversificação Agroecológica da Fumicultura executado pelo Cepagro junto a 100 famílias de agricultores nos municípios de Leoberto Leal, Major Gercino e Nova Trento com apoio do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados do Ministério Público de Santa Catarina (FRBL/MPSC). O projeto é voltado para famílias que querem depender menos do cultivo de tabaco e também do uso de agrotóxicos e adubos químicos. A cartilha traz algumas técnicas trabalhadas nas oficinas e atividades do projeto, além de informações sobre as dinâmicas de organização e comercialização das famílias ligadas à Rede Ecovida de Agroecologia.

Clique na imagem para visualizar a publicação:

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Para quem está em Florianópolis, é possível pegar um exemplar gratuito da cartilha na sede do Cepagro, que fica no Centro de Ciências Agrárias, no bairro Itacorubi. Leitores de outras localidades podem entrar em contato com a assessoria de comunicação da entidade através do email carudionisio@gmail.com.

Cepagro trabalha fertilidade dos solos com agricultores em Leoberto Leal

Durante a oficina realizada na última quinta (09/06) na comunidade Vargem dos Bugres pelo projeto Cepagro/FRBL de diversificação agroecológica na fumicultura, os participantes puderam conversar sobre a importância de preservar a vida nos solos e prepararam o composto orgânico Bokashi.

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Técnico Francys Pacheco mostra aos participantes os ingredientes para preparar o composto Bokashi.

Após perder grande parte de uma safra de tomates cultivados numa antiga área de fumo – e com isso sofrer o prejuízo da compra de agrotóxicos que não deram resultado – o agricultor Gilmar Rubik, da comunidade Vargem dos Bugres, em Leoberto Leal, resolveu experimentar o cultivo orgânico de tomates. Ele participa do Projeto Cepagro/FRBL de diversificação agroecológica da fumicultura e já parou de plantar fumo, por avaliar que o custo de produção vinha subindo muito, sem obter muito retorno financeiro. Os problemas de pele decorrentes da contaminação pelo fungicida Ridomil também pesaram na decisão do agricultor em apostar na agroecologia. Nessa caminhada para a agricultura ecológica, a qualidade dos solos é fundamental. E foi esse o tema da oficina que Gilmar recebeu na sua propriedade na última quinta, 9 de junho.

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Após uma explicação sobre a importância de preservar a qualidade orgânica dos solos, os participantes prepararam o biofertilizante Bokashi, que serve tanto como substrato para mudas quanto como adubo nas roças. O composto é produzido intercalando camadas de materiais orgânicos e minerais, como palha de feijão e pó de rocha, “regadas” com uma mistura de fermento biológico e açúcar.

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A vantagem do Bokashi é que o processo de decomposição da matéria orgânica acontece mais rápido, com o composto ficando pronto em apenas 15 dias. Para que isso aconteça, contudo, a pilha de materiais deve ser revolvida diariamente durante essas duas semanas.

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CEPAGRO conclui ciclo de gestão agroecológica no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho

O Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo – CEPAGRO, OSCIP com 26 anos de história e que nestes últimos dois anos e meio realizou em parceria com a FATMA (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina) a gestão agroecológica do Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho – CPAERVE, vem a público divulgar que no dia 31 de maio de 2016 concluiu um ciclo de suas atividades de prestação de serviço de administração do CPAERVE, em virtude da finalização de contrato.

Registramos aqui o mais sincero desejo de que o espaço, que no dia 1 de junho de 2016 passa novamente para a administração exclusiva da FATMA, permaneça vivo e cumprindo com seu potencial educativo e uso público de qualidade que fora conquistado durante estes pouco mais de 2 anos.

Frequentaram o CPAERVE neste período cerca de 25 mil pessoas, representando provavelmente a área de Unidade de Conservação estadual mais frequentada de Santa Catarina, com enorme apelo social e educativo. De dezembro de 2013 a fevereiro de 2016, recepcionamos aproximadamente 2,1 mil crianças, jovens e adultos em cerca de 90 visitas gratuitas de escolas para atividades de educação ambiental. Além disso, recebemos, aproximadamente, 7 mil visitantes, 9 mil campistas e 7,8 mil participantes de cerca de 90 eventos socioculturais.

Estes dados comprovam que o alcance do CPAERVE vai muito além do campismo, a exemplo das centenas de atividades de educação ambiental realizadas em conjunto com a comunidade de visitantes e campistas, do viveiro construído para produção de milhares de mudas de plantas da Mata Atlântica, do investimento contínuo em infraestruturas de uso público no Camping e da cooperação com os objetivos da Unidade de Conservação.

O CEPAGRO está aberto para demais esclarecimentos e agradece a todos aqueles e aquelas que contribuíram de alguma forma para a gestão ambiental deste espaço neste período, ciente de que belos frutos já foram colhidos e muitos ainda virão. Para informação de como será o futuro do CPAERVE cabe o contato com a FATMA, órgão responsável pelo espaço.

Apesar da finalização de um ciclo deste projeto, o CEPAGRO se mantém firme na missão de seguir realizando ações comprometidas com o desenvolvimento sustentável por meio da Agroecologia e da Educação Ambiental, deixando os mais sinceros votos de que o espaço do Camping não perca a força conquistada de pertencimento à Comunidade e que todo o Parque Estadual do Rio Vermelho possa se adequar a uma gestão ambiental eficiente, com qualidade nas ações.

Por fim, como resultado destes dois anos e seis meses de gestão, publicamos a revista “Gestão Agroecológica do Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho – de Dezembro de 2013 a Maio de 2016”, em que podem ser conferidos os resultados conquistados ao longo deste período, onde o CPAERVE tornou-se referência na gestão sustentável de um espaço público, aliando turismo ecológico, educação ambiental e agroecologia.

 Baixe aqui a REVISTA GESTÃO AGROECOLÓGICA DO CAMPING DO PARQUE ESTADUAL DO RIO VERMELHO (versão PDF)