Band SC destaca gestão ambiental do Cepagro no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho

Com 24 minutos, foi ao ar no último domingo (03/04) em TV aberta para todo o estado de Santa Catarina a reportagem do programa Sustentar, da Band, sobre a gestão agroecológica de mais de 2 anos do Cepagro no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho. O Parque está localizado no norte de Florianópolis e protege ricos ecossistemas da Mata Atlântica.

A reportagem pode ser conferida na íntegra no Youtube:

Ao longo do programa, foram abordadas as atividades de educação ambiental, turismo ecológico, gestão de resíduos sólidos, compostagem e produção de mudas do Viveiro de Plantas Nativas realizadas no Camping. Os trabalhos são desempenhados pela equipe de técnicos e educadores do Cepagro, contando com a ajuda de colaboradores voluntários da comunidade.

O programa Sustentar  é exibido todos os domingos, às 9h da manhã, sempre abordando temáticas ambientais de repercussão estadual, nacional e mundial.

Diversificação agroecológica da fumicultura é referência em visita técnica da CQCT

Entre os dias 28 e 30 de março, uma comitiva com representantes de diversos ministérios do Brasil, Uruguai, Jamaica e Filipinas, juntamente com membros do Secretariado da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco e da Organização Panamericana de Saúde estiveram reunidos em Florianópolis para discutir o artigo 17 da CQCT, que versa sobre a promoção de alternativas econômicas para os trabalhadores que dependem da indústria do tabaco. Para compreender melhor a experiência brasileira em diversificação em áreas cultivadas com tabaco, a comitiva visitou duas propriedades agroecológicas: a da família Will, em Nova Trento, com produção de hortaliças e agroindústria; e de Gilmar e Lúcia Cognacco, em Leoberto Leal. Ambas famílias fizeram a transição do cultivo de fumo para a agroecologia, e foram assessoradas pelo Cepagro através do Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco do MDA ainda em 2006.

DSC_0207baixa

Mesa de abertura, da direita para esquerda: Carmen Audera (Secretariado da CQCT), Tânia Cavalcante (Ministério da Saúde), Luci Choinacki (Delegada do MDA em SC), Paulo Tapajós (Ministério das Relações Exteriores) e representantes do Uruguai, Filipinas e Jamaica.

DSC_0238baixa

 

 

 

 

 

Técnicos e técnicas de outras organizações que executam chamadas do MDA de diversificação da fumicultura também estiveram presentes, junto com agricultores assessorados. Cooptrasc, Coopertec, Unitagri (SC), Deser (PR) e Capa (RS) marcaram presença.

DSC_0291baixaO agricultor Edgar Guginski, de Canoinhas (SC), relata sua experiência de transição da fumicultura para o cultivo de alimentos. Ele ainda mantém 30 mil pés de fumo na sua propriedade, mas está investindo na produção de morangos orgânicos, com assessoria da Cooptrasc.

DSC_0289baixaChristianne Belinzoni e Hur Ben Corrêa, do Ministério de Desenvolvimento Agrário, apresentaram e tiraram dúvidas dos participantes sobre o Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco. O PNDACT foi criado em 2005 na esteira da ratificação da Convenção-Quadro para contribuir na transição produtiva de quase 200 mil famílias de agricultores que naquele momento dependiam da produção de tabaco.

DSC_9362baixaO segundo dia do evento foi dedicado a uma visita de campo a propriedades que fizeram a transição da fumicultura para o cultivo de alimentos. Uma delas foi a da família de Alcides Will, que trocou a dura lida na estufa de fumo pelo trabalho em cinco estufas de hortaliças orgânicas.

DSC_9407baixa

 

 

 

 

 

Energias renovadas depois de um belo almoço com alimentos agroecológicos preparado pela família Will.

DSC_0375baixaA construção de uma agroindústria foi uma das estratégias da família Will para abandonar a fumicultura. Hoje eles produzem conservas e geleias que são comercializadas em mercados, restaurantes e feiras locais.

DSC_0406baixaA segunda parada da visita de campo foi na propriedade de Gilmar Cognacco (em pé, à direita), na comunidade Vargem dos Bugres, em Leoberto Leal. Gilmar chegou a ter quase 200 mil pés de fumo na propriedade. Hoje cultiva verduras e frutas orgânicas e coordena uma feira agroecológica em Brusque.

DSC_0467baixaO último dia do evento foi aberto para que os países falassem sobre o contexto da produção de tabaco e compartilhassem suas impressões sobre a visita. Na foto, representantes do Ministério da Agricultura da Jamaica, que notaram principalmente como as baixas taxas de juros para crédito agrícola no Brasil contribuem para o desenvolvimento da agricultura familiar.

DSC_0446baixaNas Filipinas, a produção de tabaco abrange cerca de 50 mil famílias. A grande maioria delas, contudo, não é proprietária das terras que cultiva, diferenciando-as bastante do contexto brasileiro. Entretanto, a comitiva notou positivamente a participação da agricultura familiar em programas de compras institucionais.

DSC_0492baixaComo encaminhamento do encontro, será elaborado um relatório para subsidiar as discussões sobre o artigo 17 durante a 7ª Convenção das Partes da CQCT (COP 7), que acontece neste ano na Índia.

O evento teve repercussão nas mídias locais. Abaixo, confira a matéria da repórter Márcia Peixe para o jornal Correio Catarinense, de São João Batista:

14A TV RBA, de Rio do Sul, cobriu a etapa de Leoberto Leal da visita. Veja a matéria neste link.

Veja abaixo mais algumas fotos do evento:

Assembleia Geral Ordinária do Cepagro

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Por este edital ficam convocados todos os associados do Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo – CEPAGRO, para a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada às 18h00min horas, do dia 14/04/2016 na Rodovia Admar Gonzaga, 1346, Florianópolis – SC, para tratar das seguintes ordens do dia:

– Alteração Estatutária;

– Eleição e Posse de Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Consultivo.

Florianópolis, 04 de Abril de 2016

Erika Sagae (Diretora-Presidente / Cepagro)

Organizações iniciam planejamento de Projeto em Rede apoiado pela Misereor

Nos dias 11 e 12 de fevereiro, o Cepagro, junto com Centro Vianei de Educação Popular, Centro de Tecnologias Alternativas Populares (CETAP) e a Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (ASPTA) realizaram em Lages (SC) uma reunião de planejamento do projeto “Promoção da articulação entre o campo e a cidade em dinâmicas locais e regionais de abastecimento agroecológico, conjugado com incidência política em soberania e segurança alimentar e nutricional”,  financiado com recursos da Misereor. O projeto foi aprovado em dezembro do ano passado e tem o objetivo de promover e articular dinâmicas locais e regionais de produção, processamento e abastecimento agroecológico em organizações do campo e da cidade, orientadas em relações solidárias e nos princípios da Soberania e Segurança Alimentar das populações. Durante os próximos dois anos de atividades, o projeto prevê:

  • Mapear e promover dinâmicas locais e regionais de abastecimento agroecológico;
  • Promover a interação das diferentes estratégias locais e regionais de produção, processamento e abastecimento agroecológico;
  • Articular as estratégias de abastecimento agroecológico urbano em Rede, Fórum e CONSEAs;
  • Sistematizaras experiências acumuladas em estratégias de abastecimento agroecológico e viabilizar a divulgação desse trabalho, como subsídio para debate, incidência política e planejamento estratégico.
Reunião de planejamento em Lages. Foto: André Jantara (ASPTA)
Reunião de planejamento em Lages.
Foto: André Jantara (ASPTA)

Na reunião de planejamento, representantes das quatro  entidades parceiras do projeto repassaram as condições do contrato firmado com a Misereor, bem como a forma de elaboração de relatórios e prestação de contas. Além disso, a reunião foi o marco inicial para as atividades previstas na proposta, que abrange ações de identificação, assessoria, capacitação, intercâmbios territoriais e regionais com os consumidores, bem como na incidência politica em soberania e segurança alimentar e nutricional (SAN). Ao todo estão previstas 782 atividades nos 24 meses de duração do projeto, distribuídas entre as entidades em quatro regiões do sul do Brasil: Florianópolis, Serra Catarinense, Planalto Gaúcho e Contestado (PR).

O próximo encontro de planejamento será daqui a seis meses, ficando acertado que as entidades executoras irão apresentar o resultado da atividade de identificação e mapeamento.

Colunista da Folha de São Paulo publica artigo sobre a trajetória da Revolução dos Baldinhos

Clique na imagem para acessar o artigo, ou leia na íntegra abaixo.

folha-cahamada-baldinhos

Captura de tela 2016-03-04 às 13.59.11
por Mara Gama (mara@uol.com.br)
Em outubro de 2008, uma infestação de ratos atingiu a área de Chico Mendes, no bairro de Monte Cristo, na região continental de Florianópolis, e duas pessoas morreram. Os moradores perceberam que para impedir o avanço da praga e uma epidemia era preciso acabar com a comida disponível para os bichos, o que significava dar fim ao lixo que tomava conta das ruas e terrenos.
 
Três meses depois, em janeiro de 2009, com o apoio do Cepagro (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo), uma ONG que já atuava na escola local ensinando a fazer horta, começava a acontecer a Revolução dos Baldinhos, um movimento comunitário de compostagem de resíduos orgânicos. Seis meses depois, já eram 95 famílias envolvidas no projeto.
 
Como sempre, tudo começou com a separação do lixo na fonte. Participantes do projeto iam de casa em casa explicando como fazer. Os baldinhos de plástico eram distribuídos para que os moradores recolhessem neles os restos de comida das casas e levassem para postos de coleta. Duas vezes por semana, os restos de alimentos eram levados desses postos de coleta para a área de compostagem, numa escola do bairro, onde estudantes e agentes ambientais cuidavam de fazer o composto.
 
Sete anos depois do início, a iniciativa se mantém viva, com o mesmo sistema de separação e o mesmo fluxo, graças ao ativismo das membros da comunidade e apesar da falta de apoio econômico da prefeitura da cidade. O grupo comunitário vende os excedentes de compostos e biofertilizantes obtidos na compostagem. Reivindicam uma área de 5.000 metros quadrados para instalar uma ecopraça para pomar, horta e mais espaço de compostagem.
 
Além de se manter ativa, a Revolução dos Baldinhos deu visibilidade e impulsionou dois de seus pilares. Um deles é o processo de compostagem propriamente dito, chamado de compostagem termofílica em leiras estáticas de aeração natural, conhecido como modelo da Universidade Federal de Santa Catarina e desenvolvido pelo agrônomo e professor Paul Richard Muller.
 
O método está sendo usado na compostagem de restos de feiras e podas de parques na Lapa, em São Paulo, desde outubro do ano passado, em projeto piloto da Prefeitura de São Paulo, escolhido por ser barato, não causar odor e por ter uma maturação não muito longa até que os resíduos virem composto orgânico. Deve ser também o modelo a ser adotado nas novas centrais de tratamento de orgânicos a serem implantadas nos aterros desabilitados de São Matheus e Bandeirantes.
 
O outro fundamento da Revolução é a tecnologia social de gestão comunitária de tratamento de orgânicos. É um modelo descentralizado, apoiado na participação dos moradores e estudantes dos bairros, e orientado pelas ideias da agroecologia urbana. Complementa a gestão institucional, municipal, mas prescinde das grandes empresas que habitualmente cuidam da limpeza pública, em contratos de grande vulto.
 
Essa tecnologia social recebeu certificação em 2011 e foi premiada em 2013 pela Fundação Banco do Brasil. No final de janeiro último, foi assinado um acordo de cooperação técnica entre o Cepagro, o Sesc e o Ministério do Meio Ambiente para dar subsídios técnicos às ações do Ministério na gestão de resíduos orgânicos e educação ambiental. Para 2016, está previsto o lançamento de uma cartilha sobre compostagem comunitária e institucional e um livro sobre hortas escolares com distribuição nacional.
 
Também em janeiro, o licenciamento ambiental para a compostagem foi discutido formalmente na esfera federal, no Comitê de Integração de Políticas Ambientais (Cipam). Atualmente, não existe um documento ou regras sistematizadas de orientação para iniciativas desse tipo que permitam a autorização pelos órgãos ambientais.

 

Ministério do Meio Ambiente, Cepagro e SESC/SC assinam acordo para estimular a compostagem em nível nacional

Instituições parceiras fornecerão subsídios técnicos para as ações do MMA na gestão comunitária e institucional de resíduos orgânicos.

Por: Marta Moraes – Edição: Alethea Muniz | Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): 61 2028-1173.

A compostagem promove a reciclagem dos resíduos orgânicos, gerando adubo e devolvendo à matéria orgânica seu papel natural de fertilizar os solos. Apesar disso, menos de 2% dos resíduos sólidos urbanos são atualmente destinados para compostagem. Para mudar esse quadro, a Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério Ambiente (SRHU/MMA) dará início às ações previstas no Acordo de Cooperação Técnica com o Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (Cepagro) e o Serviço Social do Comércio em Santa Catarina (SESC/SC), assinado em 28 de janeiro de 2016.

Segundo a secretária de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Cassandra Nunes, aproveitar este enorme potencial de nutrientes para devolver fertilidade para os solos brasileiros é um dos maiores desafios da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O Acordo estabelece o intercâmbio de experiências entre as instituições e tem o objetivo de subsidiar tecnicamente as ações do MMA na gestão comunitária e institucional de resíduos orgânicos, associada à agricultura urbana e educação ambiental. Entre os principais resultados esperados para o primeiro ano de parceria estão o lançamento de uma cartilha sobre compostagem comunitária e institucional, e outra publicação sobre hortas escolares.“É fundamental a integração da produção de composto com a produção de alimentos. Precisamos quebrar o paradigma do aterramento para avançamos para uma nova concepção de reciclagem dos resíduos orgânicos”, destacou Eduardo Rocha, gerente de Resíduos Sólidos do MMA.

RESÍDUOS URBANOS

Dentre os resíduos gerados nos municípios brasileiros, os mais presentes, no dia a dia da população, são os resíduos sólidos urbanos. Desses, metade é orgânico, constituído basicamente por restos de alimentos e podas. São resíduos que, em ambientes naturais equilibrados, se degradam espontaneamente e reciclam seus nutrientes nos processos da natureza. Mas, em ambientes urbanos, representam um sério problema ambiental, gerando chorume, emissão de metano na atmosfera e favorecendo a proliferação de animais transmissores de doenças.

O tema ganhou destaque no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que vem discutindo uma resolução para “definir critérios e procedimentos para a produção de composto proveniente de resíduos sólidos orgânicos, para o licenciamento ambiental de unidades de compostagem”. Em janeiro de 2016, o Comitê de Integração de Políticas Ambientais (Cipam) deliberou pela admissibilidade e pertinência da proposta de resolução para a compostagem. As informações sobre a situação da resolução podem ser acompanhadas aqui.

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS

Há alguns anos, o Sesc/SC vem apostando na separação na fonte e compostagem institucional para tratar os resíduos orgânicos gerados nos restaurantes das suas unidades em Santa Catarina. O mérito foi reconhecido internacionalmente e a iniciativa foi inserida na Plataforma da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável.

Um dos desdobramentos da gestão de resíduos orgânicos no SESC é a Mostra Itinerante de Compostagem, que tem disseminado o método em várias unidades de Santa Catarina
Um dos desdobramentos da gestão de resíduos orgânicos no SESC é a Mostra Itinerante de Compostagem, que tem disseminado o método em várias unidades de Santa Catarina

O Cepagro é uma instituição referência no Brasil na promoção de soluções integradas de gerenciamento de resíduos orgânicos associada à agricultura urbana e produção orgânica de alimentos. Seu projeto mais emblemático, a Revolução dos Baldinhos, acabou com uma epidemia de ratos na comunidade Chico Mendes, em Florianópolis (SC), por meio da compostagem comunitária. Atualmente, a ONG vem auxiliando o município de São Paulo na implementação do seu programa de gestão dos resíduos orgânicos.

Participantes da Formação em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos, realizada pelo Cepagro, realizam o manejo de uma leira na Revolução dos Baldinhos
Participantes da Formação em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos, realizada pelo Cepagro, realizam o manejo de uma leira na Revolução dos Baldinhos

BONS EXEMPLOS

Já na cidade de São Paulo, a prefeitura inaugurou, em 2015, a primeira central de compostagem inspirada exatamente no projeto Revolução dos Baldinhos, da Cepagro. Uma área de 3 mil metros quadrados na Lapa vem recebendo, desde a inauguração, 35 toneladas semanais de resíduos orgânicos coletados em 26 das 980 feiras espalhadas pela capital paulista.

DSC_7851
Em dezembro de 2015, o prefeito Fernando Haddad (PT/SP) apresentou o primeiro lote de composto produzido a partir de resíduos de feiras

O resultado do tratamento desses resíduos vem sendo usado nos cuidados de jardins e parques da cidade, no apoio à agricultura familiar e na produção de alimentos orgânicos e agroecológicos. Até agosto de 2016, o pátio da Lapa servirá como referência para outros pátios e quatro centrais de compostagem que a prefeitura de São Paulo pretende implantar no município no próximo ano, descentralizando o processo.

Parte do lixo doméstico recolhido pelo serviço de limpeza urbana do Distrito Federal vai para uma usina de compostagem na região administrativa de Ceilândia, onde são produzidas 25 mil toneladas de adubo orgânico por ano. A maior parte desse adubo é doada para agricultores familiares e o restante é vendido a preços mais baixos do que os praticados no mercado, numa tentativa de diminuir a quantidade de lixo que vai para o aterro, ao mesmo tempo em que representa um grande incentivo aos produtores rurais.

Links: 

Diário Catarinense reporta inspiração da Revolução dos Baldinhos pela prefeitura de São Paulo

No último fim de semana, um artigo de página inteira reportou a inauguração do Pátio de Compostagem para resíduos orgânicos de feiras livres em São Paulo, evidenciando um paradoxo: enquanto a maior cidade do país aposta nesta tecnologia social, a municipalidade de Florianópolis, onde ela nasceu e persiste com a Revolução dos Baldinhos, pouco se interessa pela iniciativa.

Clique para ver a matéria na íntegra:

DC_25-01-16_Baldinhos

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 76 outros seguidores