Cepagro participa de Seminário de Mercados e Produtos Locais promovido pela Misereor

Entre os dias 12 e 14 de maio, os técnicos do Cepagro Erika Sagae, Eduardo Rocha e Lauro Martins participaram no Rio de Janeiro do 2º Seminário de Mercados e Produtos Locais da organização Misereor. A coordenação do evento ficou a cargo de Annette Roensch, encarregada de projetos financiados pela MISEREOR da Alemanha no Brasil, e contou com o apoio da ASPTA.

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Estiveram presentes mais de 40 pessoas, representando 21 entidades de movimentos sociais e ONGs de 16 estados do Brasil, como a ANA- Articulação Nacional de Agroecologia com sede no Rio de Janeiro, ACESA- Associação Paranaense de Apoio as comunidades de educação em Saúde e Agricultura do Maranhão, APACC-Associação Paranaense de Apoio as comunidades carentes do Pará, AS-PTA  – Agricultura Familiar e Agroecologia e do PR  e RJ, APA-TO  Alternativas para pequena agricultura do Tocantins, CEAS-Centro de Estudos e Ação Social da Bahia, CEDAC- Rede de Comercialização Solidária de Agricultores Familiares Extrativistas do cerrado de Goiás, Central do Cerrado- Cooperativas e rede de comercialização de Brasília, Cepagro- Centro de Estudos e Promoção da Agricultura e Grupos de Florianópolis- SC, CETAP- Centro de Tecnologias Alternativas Populares de Passo Fundo-RS, COOPSUL- Redes de Comunidades do RS, IRPAA (Instituto Regional de Agricultura a propriedade de Juazeiro –BA) PATAC- Semiárido Paraibano, Paraíba, Centro Sabiá (Centro de Desenvolvimento agroecológico do Recife, SASOP-  Serviços de Assessoria e  Organizações Populares Rurais de Salvador, SEAPAC- Serviços de Apoio a Projetos Alternativos Comunitários de Natal, Slow Food- Alimento Bom, Limpo e Justo do Rio de Janeiro, Centro VIANEI- Centro de Educação Popular- Lajes-SC , Projeto Padre Ezequiel de Ji Paraná- Rondônia e também a participação de membros da AS-PTA do Projeto de Agricultura Urbana.

Nos três dias do encontro foram discutidos vários assuntos sobre Agroecologia, principalmente após a apresentação feita por todas as entidades como temas principais:

-Conscientização sobre produtos locais e agroecológicos;

-Criação de laços de cooperação entre produtores e consumidores e produtor para troca de conhecimentos e experiências práticas;

– Experiências de autogestão, práticas e feiras agroecológicas;

– Organização de intercâmbios de visitas entre consumidor e produtor para troca de conhecimentos e na produção e comercialização.

O estudante de Agronomia Lauro Martins apresenta o BOX de Orgânicos da Ceasa SC.
O estudante de Agronomia Lauro Martins apresenta o BOX de Orgânicos da Ceasa SC.

O Cepagro apresentou sua experiência no processo de construção do Box de Orgânicos, na fala do Eduardo Rocha e Lauro Martins, estudante de Agronomia e bolsista do LACAF- Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar. Lauro relatou o atual momento do Box Orgânicos Floripa (foto acima) e da Feira Agroecológica do CCA, que acontece toda 6ª. Também citou a participação dos consumidores conscientes que frequentam a feira e que colaboraram com recursos para sua ida ao Rio de Janeiro.

Equipe do projeto "Miseror em Rede"
Equipe do projeto “Miseror em Rede”

Também durante o seminário as organizações que compõem o projeto em rede “Promoção da articulação entre o campo e a cidade em dinâmicas locais e regionais de abastecimento agroecológico, conjugado com incidência politica em soberania e segurança alimentar e nutricional” – apoiado pela Misereor e que tem a participação do Centro Vianei de Educação Popular, Cepagro (SC), Cetap (RS) e ASPTA –  estiveram reunidos para discutir o andamento do projeto.

 

 

Curso do Cepagro destaca importância da compostagem na gestão de resíduos urbanos

Reunindo 45 participantes de sete estados brasileiros – Amazonas, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais – a 2ª Formação em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos promovida pelo Cepagro na semana passada reforçou a importância de realizar o tratamento local da fração orgânica dos resíduos urbanos tanto para atender às metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos quanto para promover a agricultura urbana. “Somando à nossa primeira Formação, realizada em março do ano passado, este segundo encontro consolida uma rede do tema da Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana como uma ação crescente, que dialoga com diferentes setores econômicos, sociais e de desenvolvimento sustentável para as cidades”, afirma o agrônomo Marcos José de Abreu, coordenador do eixo urbano do Cepagro.

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Mão na massa (e também na palha e nos resíduos orgânicos): a montagem de uma leira de compostagem termofílica é uma das principais atividades durante as Formações em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos. Se realizada adequadamente, a compostagem faz o tratamento de resíduos sem gerar mau cheiro nem atrair moscas. O calor gerado pela leira de compostagem também elimina bactérias, vírus e outros organismos que causam doenças.

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Para conhecer a compostagem sendo feita em diversas escalas, os participantes visitaram, com o apoio logístico do Ministério da Agricultura (MAPA), três pátios em Florianópolis: o da Revolução dos Baldinhos, na terça-feira; e o da empresa Prócomposto e o do SESC Cacupé na quinta. Neste último, a capacitação para a técnica foi realizada pela equipe da Revolução dos Baldinhos.

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A centralidade da compostagem no contexto da Política Nacional de Resíduos Sólidos ficou clara durante o painel de debates na Assembleia Legislativa de Santa Catarina realizado na quarta feira. Compondo a mesa estavam o analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente Lúcio Costa, o professor do Centro de Ciências Agrárias da UFSC Rick Miller e o engenheiro agrônomo Antonio Storel Junior, coordenador de gestão de resíduos orgânicos da autoridade de limpeza pública da Prefeitura de São Paulo, além de uma abertura feita pelo deputado estadual Dirceu Dresch (PT-SC). Na capital paulista, o Cepagro está assessorando a implantação de pátios de compostagem para tratar os resíduos de feiras livres na cidade.

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“Florianópolis é um polo de referência e inovação em gestão de resíduos orgânicos. Precisamos transformar essa efervescência social em política pública”, afirmou Lúcio Costa, do Ministério do Meio Ambiente (foto abaixo). Na sua fala ele demonstrou que a compostagem já integra a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que no artigo 36 delega aos municípios a responsabilidade pela implantação de pátios para resíduos orgânicos. Além de incentivar a prática da agricultura urbana, a compostagem nas cidades também traz benefícios para a saúde pública e o meio ambiente: “Não deve ser vista só a partir da agricultura, mas como serviço ambiental também”, completou.

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Os aspectos técnicos do funcionamento da leira e do chamado “método UFSC” de compostagem foram apresentados pelo professor Paul Richard Miller, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade. Adaptado de um método indiano que fora sistematizado por um casal de pesquisadores britânicos, o método UFSC representa uma solução de baixo custo que pode ser adaptada a todo Brasil e outras regiões de condições climáticas tropicais.

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Cuidado com a procedência dos resíduos colocados na leira e boas práticas de manejo são importantes para que a decomposição dos resíduos aconteça adequadamente, garantindo um adubo de qualidade e uma “boa convivência com os vizinhos”, nas palavras de Rick Miller. Não foi o que aconteceu nas experiências prévias de compostagem feitas em São Paulo, de acordo com Antônio Storel Júnior. “A compostagem chega a São Paulo após uma experiência negativa de tratamento local de resíduos sólidos urbanos”, afirmou o representante da Prefeitura paulistana.

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As “usinas” de compostagem de Vila Leopoldina e São Matheus operaram durante vários anos, mas utilizando uma técnica que gerava mau cheiro e um composto de má qualidade. “Estava baseada num velho paradigma de que o gerador não é responsável pelo resíduo”, disse Storel, lembrando a importância da separação na fonte para uma gestão de resíduos de sucesso. Contrapondo-se a este modelo, a política de resíduos da gestão Haddad na capital paulista propõe a separação na fonte em 3 frações: orgânicos, recicláveis e rejeitos. “Isso começa na pia da cozinha”, resumiu Storel.

Assim como na tecnologia social da Gestão Comunitária de Resíduos da Revolução dos Baldinhos, a mobilização e sensibilização da população é fundamental para que a separação na fonte aconteça. Para Storel, buscar diálogo com a população e mostrar como a política de resíduos vem sendo ressignificada é fundamental neste processo. “A Educação e a Comunicação são centrais na política”, afirmou. A experiência do CompostaSP, programa que distribuiu 5 mil minhocários para a realização de compostagem em apartamentos, é um exemplo prático deste diálogo.

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Na esteira da certificação da Gestão Comunitária de Resíduos da Revolução dos Baldinhos como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil, a compostagem poderá ser implementada em empreendimentos de habitação social do programa Minha Casa, Minha Vida. Além disso, Storel afirmou durante o painel que a Revolução dos Baldinhos será implantada em quatro comunidades de São Paulo.

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Para contribuir nesse processo, o Cepagro editou, com apoio da FAPESC, dois materiais sobre compostagem e gestão comunitária de resíduos orgânicos: uma cartilha e um manual técnico. Ambas publicações foram lançadas durante o evento na ALESC.

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A possibilidade de replicar o modelo em outras comunidades foi explorada pelos participantes da Formação, que criaram planos de adaptação da tecnologia social a diferentes contextos. “Os planos tiverem arranjos diversos, envolvendo catadores, empresas sociais, ONGs, coletivos, organizações comunitárias e prefeituras”, explica Marcos José de Abreu.

Enquanto a Revolução dos Baldinhos serve de exemplo e inspiração para diversas iniciativas Brasil afora, em Florianópolis a importância do projeto em termos de limpeza e saúde públicas e qualidade ambiental ainda não é plenamente reconhecida. A instalação de um pátio modelo para tratar 10 toneladas de resíduos por dia, prevista no projeto apoiado pela FAPESC (com participação da UFSC, da COMCAP e da FATMA), foi novamente adiada por problemas com a concessão e regularização do terreno junto à Prefeitura Municipal de Florianópolis. “É inadmissível saber que a Revolução dos Baldinhos pode acabar pela falta de apoio do poder público para a aquisição do terreno e a remuneração pelo serviços ambientais de limpeza pública que desempenham, pois todos os grupos que estiverem presentes foram e são inspirados na Revolução dos Baldinhos”, avalia Marcos José de Abreu.

Para saber mais, veja a matéria da TV ALESC.

 

 

 

Publicação aborda participação social na gestão dos resíduos orgânicos

Editada pelo Cepagro, a Cartilha “O passo a passo de uma Revolução: Compostagem e Agricultura Urbana na Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos” apresenta a perspectiva agronômica com participação social  no tratamento da fração orgânica do lixo urbano, que representa 50% em peso e é sistematicamente ignorada como matéria prima, causando sobrecarga e poluição em aterros sanitários.

Usando como fio condutor o caso da Revolução dos Baldinhos, a publicação é resultado de um projeto de pesquisa junto à FAPESC, lançando luzes ao conjunto de estratégias técnicas e de articulação social necessárias à consolidação deste novo paradigma frente a dispositivos viciados e ultrapassados nas políticas de saneamento.

Além de disponível na internet para download gratuito, o material impresso será lançado amanhã (18/05) em conjunto com o Manual de Replicação da Tecnologia Social em empreendimentos de habitação popular pelo país. Os lançamentos ocorrem na seqüencia de um painel de debates sobre a temática na Assembleia Legislativa de SC.

Clique na imagem para acessar a cartilha.

 

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Extrativismo e despolpa do açaí juçara é tema de oficina do Projeto Cepagro/FRBL

Abundante na Mata Atlântica, a palmeira juçara (Euterpe Edulis), se manejada de forma sustentável, pode representar uma opção de renda para agricultores familiares, inclusive os que estão cultivando tabaco. A extração e beneficiamento da polpa dos frutos dá origem ao cada vez mais conhecido açaí da Mata Atlântica, que pode ser consumido na forma de suco, polpa batida com frutas ou virar matéria prima para geléias e molhos. Foi para explorar o potencial desta espécie nativa da região que a equipe do projeto Cepagro/FRBL promoveu na última quinta-feira (12 de maio) uma oficina de extração e despolpa do açaí juçara na propriedade do agricultor Agustinho Will, na comunidade do Aguti, em Nova Trento.

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Enquanto os agricultores presentes à oficina lembravam como a palmeira juçara era usada como material de construção pelos seus antepassados, que sequer sabiam da existência do palmito, o especialista em Agroecossistemas Henrique Martini Romano, que facilitou a oficina (de branco, no centro da foto), ressaltava como é importante ter um olhar diferente para a espécie. “A palmeira não fornece só o palmito, os frutos também podem ser aproveitados. Além de uma opção de renda e melhor segurança alimentar, o manejo sustentável da juçara também ajuda a fauna local e contribui para a preservação da mata nativa e das águas”, explicou Henrique.

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Da colheita dos frutos à degustação do produto final, a oficina passou por todas as etapas da extração e beneficiamento do açaí, com os participantes revezando-se nas tarefas de debulhar os cachos, separar os frutos maduros dos verdes, higienizá-los e bater tudo na despolpadeira.

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Além dos agricultores que participam do projeto Cepagro/FRBL, estiveram presentes na oficina o Secretário de Agricultura de Nova Trento, Saulo Voltolini, representantes da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FATMA). O Gerente de Licenciamento Agrícola e Florestal da Fundação Rogério Castro disse que o objetivo da instituição é dialogar com os agricultores e incentivar o plantio e manejo sustentável da mata nativa entre eles. “Não queremos falar só do que não pode fazer, mas também do que é permitido no uso da mata nativa”, afirmou.

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O anfitrião da oficina, Agustinho Will, ficou satisfeito com a participação da FATMA: “Ninguém gosta de fiscal, mas eles vieram para conversar e conhecer, e isso é muito bom”. O agricultor continua plantando fumo, mas mantém também a infra-estrutura de uma agroindústria para processamento de sucos. A proximidade da agroindústria é mais um ponto a favor da viabilidade da exploração do açaí juçara na região, de acordo com Henrique Romano. Uma opção interessante para agricultores como Valmir Coelho, que há quase 10 anos já coleta juçara para consumo próprio e ficou sabendo da atividade por um vizinho: “No momento comercializo milho e aipim, mas quero começar a entrar na agroecologia”, afirmou. Na agroindústria de um dos irmãos de Agustinho, Zeca Will, o açaí já é matéria prima para geléias orgânicas.

Painel sobre resíduos sólidos urbanos e lançamento de publicações acontecem nesta quarta na Alesc

Na próxima quarta-feira (18/05), a partir das 14h, será realizado no Plenarinho da Alesc (Assembleia Legislativa de SC) o painel de debates com o tema “A compostagem comunitária na gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).” Os debatedores serão o analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente Lúcio Costa, o professor do Centro de Ciências Agrárias da UFSC Rick Miller e o engenheiro agrônomo Antonio Storell Junior, coordenador de gestão de resíduos orgânicos da Prefeitura de São Paulo.

Após o painel, às 17h30, haverá o lançamento de 2 publicações editadas pelo Cepagro com a temática debatida: o Manual para replicação da Tecnologia Social da Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana em empreendimentos populares,  e a Cartilha “O passo a passo de uma Revolução”, que conta a história da Revolução dos Baldinhos à luz de reflexões sobre a importância de aproveitamento da fração orgânica dos RSU para a compostagem.

Entrada gratuita. Para o endereço da Alesc, clique aqui

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Tecnologia Social da Revolução dos Baldinhos em manual para download gratuito

Está no ar para download gratuito o Manual da “Revolução dos Baldinhos – A Tecnologia Social da Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana”. O material servirá de apoio ao projeto “Moradia Urbana com Tecnologias Sociais” (MUTS), realizado pela Fundação Banco do Brasil (FBB), que replicará metodologias sócio-ambientais de base comunitária em empreendimentos de habitação popular pelo país afora.

Clique na imagem para acessar

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O projeto estende-se a 22 estados, totalizando 83.248 unidades habitacionais e atingindo 330.000 pessoas. Dividido em 2 fases distintas, inicialmente o MUTS replicará em todos os empreendimentos a tecnologia social (TS) “Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária”. Esta primeira fase objetiva empoderar os moradores por meio da educação financeira e do fortalecimento do diálogo com o poder público.

Numa segunda fase, cada empreendimento escolhe uma segunda TS entre quatro opções, entre as quais figura  a “Revolução dos Baldinhos-Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana”, integrante do Banco de Tecnologias Sociais da FBB.  Viabilizando todo o pacote de insumos e aporte técnico necessários à implementação da TS, a Fundação pretende que cada comunidade tenha contempladas suas necessidades e vocações na busca de soluções comuns.

 Nossa publicação de apoio discute a problemática do saneamento urbano, propondo a mudança de paradigma com a adoção de um olhar agronômico sobre a fração orgânica, valorizada como matéria prima para produção de adubo e desviada dos aterros sanitários. Os exemplos são extraídos de situações reais, em que a mobilização popular de uma comunidade esquecida pelo poder público em Florianópolis tornou-se protagonista de uma verdadeira revolução urbana de cunho sócio-ambiental, promotora de segurança alimentar e nutricional, saúde e qualidade de vida.
Com votos que a iniciativa se espalhe aos 4 ventos, desejamos que estas páginas inspirem e orientem  a sua livre replicação nos mais variados contextos urbanos.
coordenação de Comunicação | Cepagro

Band SC destaca gestão ambiental do Cepagro no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho

Com 24 minutos, foi ao ar no último domingo (03/04) em TV aberta para todo o estado de Santa Catarina a reportagem do programa Sustentar, da Band, sobre a gestão agroecológica de mais de 2 anos do Cepagro no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho. O Parque está localizado no norte de Florianópolis e protege ricos ecossistemas da Mata Atlântica.

A reportagem pode ser conferida na íntegra no Youtube:

Ao longo do programa, foram abordadas as atividades de educação ambiental, turismo ecológico, gestão de resíduos sólidos, compostagem e produção de mudas do Viveiro de Plantas Nativas realizadas no Camping. Os trabalhos são desempenhados pela equipe de técnicos e educadores do Cepagro, contando com a ajuda de colaboradores voluntários da comunidade.

O programa Sustentar  é exibido todos os domingos, às 9h da manhã, sempre abordando temáticas ambientais de repercussão estadual, nacional e mundial.

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