Seminário aborda Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos de Norte a Sul do País

Como parte da programação do III Curso de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana, acontece na próxima 4ª feira, dia 22 de Novembro, às 13h45, o Seminário “Integrando Revoluções”. A atividade será no Jardim Botânico do Itacorubi e vai reunir representantes da Revolução dos Baldinhos junto com outras duas experiências de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos: a Cooperativa de Compostagem de Paragominas/PA e da Revolução dos Baldinhos de Macaíba/RN. O encerramento será comandado pela banda Cores de Aidê. O evento é aberto e gratuito, resultado de uma parceria do Cepagro com a FAPESC, COMCAP, UFSC, FATMA e com apoio do Ministério da Agricultura. Para mais informações, escreva para gestaocomunitariaderesiduos@gmail.com.

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Revolução dos Baldinhos e Cepagro participam de Seminário sobre cooperativismo e empoderamento feminino em Lages (SC)

A Revolução dos Baldinhos participou no último sábado, 11 de novembro, do 1º Seminário de Sensibilização para o Associativismo e Cooperativismo promovido pelo Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho) em Lages (SC). O evento foi voltado para mulheres trabalhadoras da região da Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES) e reuniu cerca de 200 pessoas. “Promovemos este Seminário porque sentimos a necessidade de instigá-las a trabalhar na lógica do associativismo e da economia solidária, além de empoderá-las para que se sintam capazes de formar grupos”, afirma a psicóloga Maria Rita Werner, do ACESSUAS Trabalho, responsável pela organização do evento.

Ana Karolina da Conceição apresenta a Revolução dos Baldinhos durante o Seminário.

Ao lado de agricultoras e representantes de grupos de mulheres artesãs e profissionais da assistência social, Ana Karolina da Conceição, uma das coordenadoras da Revolução dos Baldinhos, apresentou a experiência do projeto e falou sobre a formalização da cooperativa de gestão de resíduos orgânicos que elas estão levando a cabo. Na roda de conversa mediada pela técnica em Agroecologia Carolina Couto Waltrich, da equipe do Centro Vianei de Educação Popular, brilharam as histórias de superação daquelas mulheres, que através da organização em grupos conseguiram transpor os desafios como baixa renda e desigualdade de gênero para materializar seus sonhos e conquistar mais autonomia e qualidade de vida.

Dirlei Conceição Luiz faz parte da Associação de Mulheres do Cruzeirinho, no município de Cerro Negro (SC). que reúne 12 famílias desta comunidade. Com apoio do Centro Vianei de Educação Popular, as mulheres do Cruzeirinho acessaram uma linha de crédito para construir estufas de produção de hortaliças, que elas certificam através da Rede Ecovida e entregam na alimentação escolar do município.
Belmira Antunes da Cruz integra um grupo de mães da Comunidade Santa Terezinha do Boqueirão, em Lages. Juntas, elas produzem peças de crochê que são vendidas em feiras, além de produzirem hortaliças agroecológicas, comercializadas também em feiras e entregues na alimentação escolar do município. “Tem dia que algumas não vêm porque o marido não deixa, mas a gente continua!”, conta Belmira.
Karol: a Revolução dos Baldinhos mudou a autoestima dela e também da Comunidade Chico Mendes.

Reunir, produzir, comercializar: de peças de crochê a hortaliças agroecológicas, passando pelo “ouro negro” do adubo produzido a partir de resíduos orgânicos, os relatos de experiências mostraram o impacto positivo para a renda e a autoestima das mulheres  quando elas resolvem trabalhar unidas. No caso da Revolução dos Baldinhos, “o projeto mudou também a autoestima do meu bairro”, afirma Ana Karolina, moradora da comunidade Chico Mendes, uma das mais socioeconomicamente vulneráveis de Florianópolis.

Da cidade para o campo: Projeto Misereor em Rede difunde a Agroecologia

Grupo que visitou a propriedade da família Cognacco, em Leoberto Leal.

Neste mês de novembro, as atividades do Projeto Misereor em Rede continuam difundindo a Agroecologia para a população, em atividades como oficinas, intercâmbios e visitas de campo. No sábado, 11 de novembro, representantes da comunidade e profissionais dos Postos de Saúde do Ribeirão da Ilha e Alto Ribeirão participaram de uma oficina de compostagem no Jardim Botânico do Itacorubi. E no domingo, 12 de novembro, um grupo de consumidores e consumidoras da Feira Agroecológica do Campeche visitou a propriedade da família Cognacco, na comunidade Vargem dos Bugres, em Leoberto Leal (SC), onde são cultivados muitos dos alimentos que abastecem a Feira.

Turma da Oficina de Compostagem no Jardim Botânico.

A oficina de compostagem do sábado foi facilitada pela equipe da COMCAP e fez parte de uma série de atividades realizadas no Posto de Saúde do Ribeirão da Ilha através de uma parceria entre Cepagro e Epagri. “Agora também contamos com apoio da COMCAP e das Secretarias de Saúde e Agricultura de Florianópolis”, explica Erika Sagae, da equipe de campo do Projeto. Nos próximos encontros, será implantada uma horta naquela unidade de saúde. “Agradecemos a todxs que participam com entusiasmo da atividade, incentivando e acreditando na Agricultura Urbana em Florianópolis”, completa Erika.

 

 

No domingo, um grupo de 10 consumidores e consumidoras, além da equipe Cepagro e estudantes do Centro de Ciências Agrárias, foram ao interior de Leoberto Leal, a 150 km de Florianópolis, para conhecer a propriedade de Gilmar e Lúcia Cognacco, família que todos os sábados traz uma grande diversidade de alimentos agroecológicos para a Feira Agroecológica do Campeche.

Além de disfrutar das belas paisagens do interior de Santa Catarina, o grupo (re)conheceu na prática e no campo o esforço de toda a família para produzir alimentos bons, limpos e justos. Comentários sobre a distância percorrida pelo agricultor todas as semanas para fazer a Feira, a união da família no trabalho pela agroecologia e o cuidado no cultivo dos alimentos e criação dos animais brotavam a todo momento entre os participantes. Para a família, foi mais uma oportunidade de reconhecimento e valorização pela sua jornada agroecológica.

Cepagro colabora no III Encontro Municipal de Agricultura Urbana

Nos dias 17 e 18 de novembro, Florianópolis recebe o
III Encontro de Agricultura Urbana e Práticas Integrativas Complementares. Construído pela Rede Semear, que reúne poder público e organizações civis, o evento conta com a organização do Ministério da Agricultura e Pecuária, UFSC, Epagri, Cepagro, Câmara de Vereadores e Prefeitura de Florianópolis. Estão programadas mais de 20 oficinas, rodas de conversa, palestras e cuidados. As atividades acontecem no Jardim Botânico, no CETRE – EPAGRI e no Centro de Ciências Agrárias da UFSC, todos no Itacorubi.

Na 6ª feira à tarde e no sábado de manhã, o Cepagro facilitará as Rodas de Conversa de “Consumidores e Produtores: aproximações agroecológicas”, no LACAF (CCA) e “Hortas Escolares”, no Cepagro. Confira a programação e veja mais informações na página do evento.

PROGRAMAÇÃO 

17 novembro 2017 – 6ª feira
Local: Jardim Botânico
8h​ ​às​ ​9h-​ ​ ​Credenciamento​ ​e​ ​Lanche​ ​ColaborATIVO
9h​ ​às​ ​10h​ ​ ​-​ ​Solenidade​ ​de​ ​Abertura
10h​ ​às​ ​12h​ ​-​ ​Palestra​ ​”​ ​Integrar​ ​cuidados​ ​com​ ​o​ ​ser​ ​Humano​ ​e​ ​cuidados​ ​com​ ​a​ ​terra”.
12h​ ​às​ ​13h30min​ ​ ​-​ ​Almoço
13h30min​ ​ ​às​ ​14h​ ​-​ ​Atividade​ ​Cultural
14h​ ​às​ ​16h​ ​-​ ​Oficinas​ ​e​ ​Rodas​ ​de​ ​Conversa – Locais variados – consultar no momento da inscrição
16h30min​ ​-​ ​Intervalo
16h30min​ ​às​ ​18h30min​ ​-​ ​Troca​ ​de​ ​Saberes​ ​sobre​ ​Plantas​ ​Medicinais.

​18​ ​de​ ​novembro​ ​2017​ ​–​ ​Sábado
9h​ ​-​ ​ ​Café​ ​ColaborATIVO
09h30​ ​-​ ​11h30 ​-​ ​Oficinas​ ​e​ ​Rodas​ ​de​ ​Conversa – Locais variados – consultar no momento da inscrição

Local: Jardim Botânico
11h30​ ​-​ ​12h​ ​-​ ​ ​Troca​ ​de​ ​Sementes
12h​ ​às​ ​13h30​ ​-​ ​Almoço
13h30 às 15h30 – Mesa redonda “Política Municipal de Agroecologia e Produção Orgânica e Programa​ ​Municipal​ ​de​ ​Agricultura​ ​Urbana”
15h30​ ​às​ ​17h​ ​ ​-​ ​ ​Perspectivas​ ​para​ ​2018​ ​-​ ​Conhecendo​ ​a​ ​Rede​ ​Semear
17h​ ​às​ ​17h​30​ ​-​ ​ ​Carta​ ​III​ ​EMAU​ ​e​ ​PICs
17h​​30 -​ ​Encerramento​ ​e​ ​Atividade​ ​cultural

Seminário em Santa Rosa de Lima aborda desafios e demandas da Agroecologia

VIII Seminário Estadual de Agroecologia em Santa Rosa de Lima

Santa Rosa de Lima, município com 2 mil habitantes nas Encostas da Serra Catarinense, sediou o VIII Seminário Estadual de Agroecologia nos dias 26 e 27 de outubro. Conhecida pelo agroturismo – foi ali que começou o projeto Acolhida na Colônia -, a cidade, que  também tem o título de Capital Catarinense da Agroecologia Agroecologia, recebeu cerca de mil pessoas para o Seminário. O evento foi promovido pela Prefeitura de Santa Rosa de Lima, Associação dos Agricultores Agroecológicos (Agreco/CooperAgreco), Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Sintraf), Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, Cooperativa de Crédito Cresol, Centro de Formação em Agroecologia (Cefae), além dos movimentos sociais como o Movimento dos Sem Terra – MST, e teve apoio do gabinete do Deputado Estadual Padre Pedro. O objetivo do evento foi debater os temas ligados à produção sustentável de alimentos. O Cepagro participou do evento facilitando uma oficina sobre Agricultura Urbana e Compostagem.

Oficinas

As oficinas aconteceram no segundo dia do evento, com temáticas como Educação do campo, Meliponicultura e Sementes Crioulas. O Cepagro ofereceu a oficina de Agricultura Urbana, facilitada pelo engenheiro agrônomo Júlio Maestri, da equipe técnica da organização. Na atividade estavam presentes  estudantes, agrônomos, aposentados e representantes do Poder Público.

Turma da oficina de Agricultura Urbana no VIII Seminário Estadual de Agroecologia

A abertura da oficina foi uma dinâmica em que os presentes ficavam frente à frente.  “Na nossa educação o professor é colocado de forma superior ao aluno, mas quando a olhamos no mesmo plano (nos olhos), nos reconhecemos como seres humanos, e conseguimos enxergar que somos iguais. Quero mostrar que hoje estou como facilitador da oficina, mas tem várias pessoas aqui que também têm muito a contribuir”, disse Júlio Maestri, mostrando como os conhecimentos da cultura popular também são válidos e que a oficina é uma troca de experiências entre o facilitador e os presentes, mais do que uma transmissão de informações.

Evaldo Espezim Secretário Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Agrícola e da Pesca de Imbituba – SC.

Muitas dúvidas foram levantadas, entre elas a do Secretário Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Agrícola e da Pesca de Imbituba (SC), Evaldo Espezimsobre a possibilidade de fazer compostagem com as vísceras de peixe. “Os pescadores em Imbituba descartam 30 toneladas de vísceras de peixe ao mês. Eles vendem a uma fábrica de ração em Laguna, e isso pesa no bolso deles, que arcam com transporte dos resíduos, e nem todos conseguem ir até o local de venda. A lei exige transporte específico para esse material. Por isso me interessei em conhecer a compostagem, e saber da viabilidade dela para transformar as vísceras de peixe em composto. Estamos pensando em implementar na cidade e tentar garantir um projeto contínuo, e que seja algo permanente”, disse Evaldo Espezim.

Lidiane Camargo

Além do Secretário de Imbituba, estava presente Lidiane Camargo, extensionista da Epagri em Criciúma.  “Agricultura urbana é algo novo para gente, por isso me inscrevi na oficina, para saber mais sobre gestão de resíduos urbanos”, disse a agrônoma.

Os desafios da Agroecologia na pauta do evento

Professor Ernesto Mendez – Universidade Vermont (EUA)

No primeiro dia do Seminário, durante a palestra “Os desafios da Agroecologia”, o professor Costarriquenho Ernesto Mendez (foto), pesquisador da Universidade de Vermont (EUA), faz três perguntas ao público: “Quem aqui pesquisa e estuda a Agroecologia? Levante a mão, por favor.” Ele mesmo levanta sua mão esquerda, e a direita segura o microfone. “Agora quem aqui é agricultor?”, e a cena se repete, desta vez com grande parte do público com as mãos levantadas. “Uma última pergunta, quem aqui pratica à agroecologia como movimento social?” Ele novamente levanta a mão esquerda, mas apenas um terço dos presentes se manifestam. Diante dessa resposta, ele afirma: “é necessário que todos nós participemos de forma integral do movimento, plantando, reivindicando, pesquisando e protestando”. De acordo com Mendez, o movimento agroecológico, além dos problemas de investimentos e reconhecimento dos órgãos que atuam na esfera da produção de alimentos, perde ainda mais força quando os seus principais agentes, os produtores e consumidores, não estão inseridos de forma ativa nos princípios da agroecologia e relaxam na militância. “É necessário um trabalho participativo de todos para uma transformação social, é isso que a agroecologia precisa agora”, disse Ernesto.

O Seminário Catarinense de Agroecologia é um marco, pois ao atingir sua maioridade – 18 anos desde o primeiro evento, em 1999, em Rio do Sul – foi publicado o Manifesto Agroecológico de Santa Rosa de Lima, que afirma: “em tempos de crise humanitária”, repudia os cortes em políticas públicas para o campo instaurada pelo atual governo e a criminalização dos movimentos sociais. Era a esses posicionamentos firmes, ativos e coletivos que o professor Ernesto se referia. Talvez, a elaboração do Manifesto foi o maior acerto da organização, que realizou um evento impecável quanto à logística

Contrapontos

Todas as palestras do evento foram proferidas por homens. Onde estavam as mulheres? Segundo o documento do Manifesto, As belezas naturais das Encostas da Serra Geral têm oportunizado a vivência familiar, garantindo a permanência de jovens e a autonomia de mulheres, pela geração de trabalho e renda com a atividade do agroturismo”. Se o ponto de partida é realmente a valorização da autonomia das mulheres, por que então não ouvi-las, e oportunizar que contem suas experiências na agroecologia?

Outro ponto que contrapõe ao Manifesto que afirma “Requeremos a criação imediata de bancos de sementes crioulas, destinados à Agroecologia, visando à preservação do patrimônio genético; e a promoção de feiras e de sistemas de trocas de sementes crioulas”. Entretanto, foi  pouca ou quase nenhuma participação na feira de sementes por parte dos agricultores. Onde estavam os guardiões e as Guardiãs das sementes? Perto da feira havia apenas um senhor alto e olhos puxados, e seu filho, expondo sua criação de abelhas sem ferrão e nativas do continente americano.

O caso do apicultor e a falta de assistência e financiamento

Guido Defrein, apicultor em Santa Rosa de Lima

 O apicultor Guido Defrein apresentou durante o Seminário algumas das 26 espécies de abelhas nativas sem ferrão, que ele cria na sua propriedade ali em Santa Rosa de Lima. Guido tem uma estrutura interessante voltada à produção e venda de enxames, mas sua produção não é orgânica. Para que isso fosse possível, suas abelhas teriam que alimentar-se com néctar natural, não poderiam ser tratadas com açúcar, como ele faz. Mesmo  sem a possibilidade de ter a certificação orgânica de sua produção, Guido Defrein gostaria de alimentar suas abelhinhas com açúcar orgânico. “O açúcar comum tem muita soda e cal” diz o apicultor, que não consegue fontes de financiamento comprar açúcar orgânico, mais caro e mais difícil de encontrar no mercado.

A dificuldade desse senhor ultrapassa o financiamento, fica nítido quando olha para a nossa câmera e vem lágrimas aos olhos:
–       O senhor se emociona quando fala das abelhas, por quê? Tem muito amor nelas, né?”, pergunto a Guido, no fundo intrigado com as lágrimas.
–       “Claro né moço minha vida toda trabalho com isso”, responde o apicultor.
–       “É que meu pai perdeu cerca de 15.000 abelhas porque foi enganado por um camarada que vendeu açúcar envenenado pra ele” disse Hyuri Defrein, filho do apicultor.

O apicultor gostaria de tratar as abelhas da forma mais saudável possível, com certeza pelo amor que tem pelos insetos e pela dedicação naquilo que faz. Demandas como a de Guido estão expressas no Manifesto Agroecológico de Santa Rosa de Lima: “Cobramos investimentos nas redes de economia solidária que incluem o apoio técnico ao processo de produção e comercialização, criando a cultura da solidariedade”. As discussões do evento, o Manifesto e o depoimento do apicultor  refletem os desafios enfrentados por quem quer trabalhar e viver  Agroecologia, principalmente em termos de assistência técnica, financiamento e a comercialização dos produtos dos agricultores familiares de base agroecológica.

 

Cepagro promove 3º Curso de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana

O curso acontece em Florianópolis de 20 a 23 de novembro e tem promoção do Cepagro em parceria com a COMCAP, FATMA, UFSC e FAPESC. As inscrições já estão encerradas, mas convidamos a todxs para o Seminário Integrando Revoluções: Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos em SC, PA e RN, que acontece no dia 22/novembro, às 13h45, no Jardim Botânico do Itacorubi. Mais informações pelo email gestaocomunitariaderesiduos@gmail.com.

Cepagro integra atividade sobre Segurança Alimentar em Lages

A convite do Centro Vianei de Educação Popular e da Cooperativa Ecoserra de Agroecologia, o Cepagro participou do Seminário Segurança Alimentar e Nutricional e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) ,  realizado em Lages no dia 27 de outubro. AS-PTA e CETAP, organizações parceiras do Cepagro no Projeto Misereor em Rede, também participaram da atividade, em que foram discutidas temáticas como acesso ao alimento bom limpo e justo;  Educação Alimentar e Nutricional; Agricultura Urbana e sensibilização de consumidores. Estiveram presentes agricultores (as), técnicos (as), representante do Governo do Estado e de Prefeituras. O Cepagro integrou a discussão sobre ações do Projeto Misereor em Rede junto aos beneficiários consumidores do Programa de Aquisição de Alimentos, com apresentação de Erika Sagae.

Também foram discutidas ações e perspectivas sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com uma visita ao Banco de Alimentos do Município de Lages.