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Lar São Francisco ganha Horta Agroecológica

Ontem, 20 de dezembro, foi dia de comemoração no Lar São Francisco, quando a vontade de ter uma Horta Agroecológica na instituição se tornou realidade. As engenheiras agrônomas do Cepagro, Karina Smania de Lorenzi e Aline Assis e o engenheiro ambiental Pedro Ocampos Palermo estiveram no Lar construindo a Horta que agora vai enriquecer o ambiente e a alimentação dos residentes.

Quem deu o pontapé inicial para a implantação do espaço foi a nutricionista Bruna Cavalheiro: “a ideia de fazer uma horta já era antiga, o administrador do Lar tinha essa vontade há um tempo, até tinha uma horta tímida mas sem muita diversidade.” Com a variedade de alimentos orgânicos que serão colhidos a partir de agora, a lista de compras no Ceasa vai diminuir, além de garantir mais saúde no prato dos residentes e funcionários, que totalizam uma média de 60 pessoas.

Além da horta, também foi construído um berçário de plantas e as funcionárias receberam uma formação sobre Agroecologia. Por enquanto, Pedro Palermo vai ficar responsável pelo manejo da horta ao lado do funcionário Osni dos Santos, que participou do processo de implantação.

É Osni quem também cuida da composteira do Lar, que hoje absorve todo o resíduo orgânico gerado na cozinha. Bruna contou que com a inauguração da horta o ciclo se fecha: “nossos restos de alimento vão para o lixo orgânico, é levado para a composteira onde vira adubo e agora esse adubo está indo para a horta. Para mim é um sonho realizado”.

Leni Heidrich, residente do Lar São Francisco, também ficou muito feliz com o novo espaço. Filha de fazendeiros, ela ficou maravilhada em ver os canteiros com tanta diversidade, do jeito que seu pai fazia antigamente. “Para mim é um dos projetos mais bonitos, achei maravilhoso porque cada um tem que fazer a sua parte, né. Tem que motivar as pessoas a mexer na terra”, disse Leni.

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No Dia da Luta contra os Agrotóxicos, sociedade civil diz não ao PL do Veneno em Florianópolis

O vazamento de uma usina de agrotóxicos da companhia norte-americana Union Carbide na cidade de Bophal, na Índia, no dia 3 de dezembro de 1984 ficou marcado como o Dia Mundial da Luta contra os Agrotóxicos. Calcula-se que 3 mil pessoas morreram intoxicadas só neste dia, outras 15 mil nos meses seguintes, além de 300 mil intoxicações. Mais de 30 anos depois, estima-se que 2 a 3 pessoas morram semanalmente ainda em decorrência do desastre.

Em  Florianópolis, o Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos promoveu neste 3 de dezembro o debate e a reflexão sobre nosso modelo de produção de alimentos, entre os venenos e a agroecologia.

Às 10h aconteceu no Largo da Catedral uma roda de conversa sobre CONSUMO AGROECOLÓGICO, com a participação do Assentamento Comuna Amarildo de Souza, LACAF, Cepagro e Revolução dos Baldinhos. Durante as discussões, ficou clara a importância de promover mais conscientização junto a consumidores e consumidoras para que optem por alimentos orgânicos quando possível, além da necessidade de promover a reforma agrária. “Nossa proposta como assentamento sempre foi produzir alimentos saudáveis a um preço justo para a população. “A Agroecologia em escala é possível. Mas é preciso ter Reforma Agrária”, disse o assentado Fábio Ferraz, presente ao evento.

A partir das 16h, na Câmara de Vereadores, foi realizada uma palestra com o Dr. Pablo Moritz, haverá uma palestra com o médico Pablo Moritz, do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) e a solenidade de entrega do Dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) – um amplo estudo científico que trata dos impactos dos agrotóxicos na Saúde – para os representantes do Legislativo Municipal.

Segundo o Dossiê Abrasco, no Brasil – que pelo décimo ano consecutivo lidera o ranking de maior consumidor de agrotóxicos no planeta – 64% dos alimentos estão contaminados por agrotóxicos, foram registradas 34.147 notificações de intoxicação por agrotóxicos de 2007 a 2014, houve 288% de aumento do uso de agrotóxicos entre 2000 a 2012. Apenas em 2014, o faturamento da indústria de agrotóxicos no Brasil foi de U$12 bilhões.

As mobilizações terminaram às 17h, em frente à Catedral, com uma aula pública de Rogério Dias, da Associação Brasileira de Agroecologia, sobre os retrocessos que o Projeto de Lei 6299/02, conhecido como o “PL do Veneno”, representa. Durante o evento, Rogério Dias chamou a atenção para que a sociedade civil pressione o Legislativo pela aprovação em Comissão Especial de outro projeto de Lei, o 6670/16, que institui a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNARA).  Enquanto o PL do Veneno já foi aprovado em Comissão Especial e agora segue para votação na Câmara dos Deputados, a PNARA ainda não foi avaliada pela mesma Comissão Especial. “Não podemos deixar que o PL do Veneno siga para a votação em Plenário sem que a PNARA vá também. Ela representa o contraponto à flexibilização do uso de agrotóxicos que o PL 6299 quer instituir”, afirma Rogério.

*ATUALIZAÇÃO: a PNARA foi aprovada em Comissão Especial no dia 4 de dezembro, seguindo agora para votação em Plenário. 

 

Cepagro cultiva parceria com a comunidade Guarani Mbya, em Major Gercino

A cerca de 100 km de Florianópolis, a Aldeia Tekoá V’yá (Aldeia Feliz) é agora mais um ponto de parada do Cepagro. Há pouco mais de três meses, a comunidade Guarani Mbya, de Major Gercino, vem cultivando relações com o Cepagro, a partir de uma apresentação do técnico da Epagri, Remy Simão, que mediou o contato entre o Cacique Artur Benites e Charles Lamb, técnico da equipe do rural do Cepagro.

As lideranças da aldeia já vinham se mostrando interessadas pela produção orgânica e agroecológica ao comparecerem em reuniões com agricultores da região ligados à Rede Ecovida de Agroecologia. Depois de algumas conversas, o Cepagro identificou que a horta coletiva era uma demanda da comunidade e a primeira ação dentro da aldeia resultou em um mutirão para implementá-la.

Seguindo a tradição do calendário agrícola Guarani, a atividade aconteceu no dia 9 de agosto, mês que representa o início para um novo ciclo de plantio das hortaliças, amendoins e, principalmente, do milho. De lá pra cá a horta já serviu para alimentar a comunidade, que conta com 28 famílias e cerca de 120 moradores. O espaço também envolveu atividades da escola com a crianças que, de tempos em tempos, se juntam para cuidar dos canteiros.

Questionado sobre as plantas medicinais cultivadas na horta, o líder espiritual e Cacique Artur Benites conta que “na verdade, toda a verdura que está ali é um remédio para todos os problemas que existem no corpo. Às vezes o problema é nos ossos, às vezes no sangue, no pulmão, coração, visão e para isso tudo a horta serve. Pra quem não sabe, pensa que é só para comer. Mas não, tudo o que é de comer é remédio: pepino, salsa, cebola, alho. Eu tô comendo salada, então estou cada vez mais forte”, conta a liderança que pretende seguir o passo dos avós e passar dos 100 anos de idade.

Além de garantir alimentos para a comunidade, a horta agroecológica já rendeu novas ações. Charles Lamb conta que a partir dela “começou a se construir uma relação de maior integração e identificação de outras demandas que a comunidade tinha, como a participação em feiras para comercializar o artesanato e a melhoria no plantio de grãos”. Em sua rede, o Cepagro conseguiu então sementes de milho crioulo dos próprios agricultores da Rede Ecovida da região, como  Antonio Gilmar Cognacco, de Leoberto Leal, que produziu sementes que serão cultivadas na Tekoá V’yá.

Além do mutirão, houve uma viagem até a Reserva Indígena Coxilha da Cruz, no Rio Grande do Sul, para buscar sementes do milho Avati, variedade tradicional Guarani. E a participação de moradores da comunidade na feira festiva do CCA, na Universidade Federal de Santa Catarina.

A ações realizadas até agora na Aldeia Tekoá V’yá têm tido suporte provenientes do projeto Saberes na Prática em Rede (Inter-American Foundation), e Ministério Público do Trabalho, via TACs (Termo de Ajustamento de Conduta), este último, possibilitará tanto a compra de equipamentos e ferramentas para a lavoura, como a melhoria dos insumos para fortalecer a produção de alimentos para a comunidade. “Essa é uma característica bem interessante da comunidade, que tem como prioridade produzir alimentos agroecológicos, alimentos sem veneno para atender as mais de 100 pessoas que hoje residem na Tekoa V’yá”, conta o técnico Charles Lamb.

Envolvimento e integração comunitários: Horta do Ribeirão da Ilha já dá seus primeiros frutos

A semente da Horta Comunitária do Centro de Saúde do Ribeirão da Ilha, região sul de Florianópolis, já estava plantada há alguns anos. “Alguns funcionários traziam mudinhas e foram plantando. Com envolvimento do Cepagro, da Epagri, além da participação de servidores e da comunidade nas oficinas de alimentação saudável e compostagem, a vontade foi crescendo”, conta a dentista Carla Antoni Luchi, coordenadora do CS. No último sábado,  7 de julho, foi o momento de ver os primeiros brotos daquela semente: após alguns mutirões e oficinas, a Horta do Centro de Saúde do Ribeirão da Ilha foi finalizada. Cerca de 20 pessoas, entre moradores/as, comissão municipal de Agricultura Urbana (FLORAM, COMCAP e Secretarias da Saúde e Agricultura), equipe do Centro de Saúde e do Cepagro, participaram da atividade, em que os canteiros foram montados e preenchidos com palhada e composto e as primeiras mudas de verduras e ervas medicinais foram plantadas. Mesmo antes da primeira colheita, a Horta já rendeu frutos importantes como o envolvimento e a integração comunitários.

O Cepagro esteve presente nesta atividade através do projeto Misereor em Rede, que subsidiou a vinda do engenheiro ambiental Pedro Ocampos Palermo para facilitar uma oficina de montagem de espiral de ervas. Também participaram membros do curso de Agroecologia e consumidorxs do projeto. “À medida que íamos fazendo a horta, também discutíamos segurança alimentar e nutricional, consumo, sustentabilidade”, explica Erika Sagae, vice-diretora do Cepagro e que também é da equipe do projeto. De acordo com Erika, a temática das hortas comunitárias num projeto com foco em dinâmicas de consumo de alimentos agroecológicos vem no sentido do “estímulo à produção para autoconsumo, promovendo também uma conscientização com as pessoas sobre rever de onde vem seu alimento, seja plantando ou comprando de produtorxs agroecológicxs”.

A assistente social Raquel Solange de Souza é uma das participantes do Projeto Misereor em Rede e também vem participando da Horta Comunitária do Ribeirão. “Moro aqui na comunidade há anos e nunca tinha visto as pessoas tão felizes e incentivadas em prol de um único objetivo”, afirma. Para ela, os frutos da horta incluem, além de uma alimentação mais saudável, “que a comunidade possa interagir, plantar, trocar conhecimentos na hora do plantio e repassá-los, propiciar boas experiências na vida das pessoas”. O envolvimento da comunidade é fundamental para a continuidade da Horta: “o pessoal estava ali pra plantar mas já planejando outro encontro, como seria a manutenção da horta ao longo da semana, quem iria regar, colocar casca de ovo pra espantar insetos”, conta.

Raquel destaca também a importância das plantas medicinais na horta. Carla, da coordenação do CS, concorda: “Nossa ideia é incentivar o consumo de plantas medicinais pra ter mais saúde com uso menor de medicamentos”. Ela também notou o compromisso da comunidade com a horta como um dos seus primeiros resultados positivos. “E este é um espaço público, que é da comunidade. Agora, esperamos que cada vez mais pessoas possam se envolver e participar, pra que possamos ver isso retornar em saúde pra nossa comunidade”, afirma.

Erika ressalta o apoio do SESC Santa Catarina e da COMCAP à Horta, com a doação de composto e cepilho, além do empresariado local, com alguns materiais. Maricultores do Ribeirão da Ilha também aportaram com cascas de ostras, que ajudaram na elevação dos canteiros e possivelmente disponibilizarão calcário para a terra.

 

 

Oficina de horta agroecológica no CRAS Capoeiras mobiliza comunidade

Na manhã desta quinta-feira, 14 de junho, o Cepagro realizou uma oficina de horta agroecológica no Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do bairro Capoeiras, em Florianópolis. A oficina foi uma ação do projeto Misereor em Rede, que trabalha a segurança alimentar e nutricional voltada para os consumidores, e foi facilitada pelos agrônomos Karina Smania de Lorenzi e Ícaro Pereira, da equipe de Agricultura Urbana do Cepagro.

A atividade se dividiu em três momentos: apresentação, reconhecimento do entorno e montagem da horta. Na roda de apresentação, os facilitadores explicaram um pouco sobre a dinâmica de uma horta, como o melhor posicionamento em relação ao sol e quais os nutrientes necessários para que as plantas se desenvolvam.

Em seguida, as/os 18 participantes caminharam em torno do CRAS prestando atenção nas plantas que crescem no terreno e coletando mudas para montar a horta. A psicóloga do CRAS Capoeiras, Alvira Bossy, ficou surpresa com a quantidade de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) que crescem no terreno. “Eu ia pedir pra roçar tudo achando que era capim”, conta. Ela também pensou em jogar fora tocos de madeira e galhos que, no fim, foram usados para montar a horta em espiral.

Depois do reconhecimento das plantas que crescem no terreno e de trocas de receitas, foi a vez de colocar a mão na terra. Com tocos de madeira e tijolos usados, a horta foi tomando forma. O cepilho e a terra adubada vieram logo em seguida, como alimento para as mudas. Entre flores, hortaliças e temperos, a horta ganhou forma, cor e cheiro.

Convidado pelas funcionárias do CRAS, Policarpo Neto, morador do bairro Capoeiras, se interessou pela oficina e trouxe algumas mudas para contribuir com a horta. Ele tem horta em casa onde cultiva e se alimenta de hortaliças orgânicas. Com a oficina aprendeu algumas técnicas que não conhecia, “eu estou tendo problemas com borboletas na minha horta, agora eu aprendi como fazer para espantar”, conta.

Os Centros de Referência em Assistência Social possuem alguns eixos de atuação e um deles é o de fortalecimento de vínculos. Para a psicóloga do CRAS Capoeiras, Liliana Budag Becker, a horta dentro do CRAS tem justamente a função de fortalecer os vínculos de convivência, não só do centro com a comunidade, mas entre os próprios moradores. Para o Diretor Presidente do Cepagro, Eduardo Rocha, ter uma horta nesse ambiente é benéfico porque não trabalha somente a questão alimentar, mas a interação entre as pessoas. “A conversa ao redor da horta não é somente sobre o plantar, mas sobre tudo o que envolve o alimento, como memórias de infância, por exemplo”.

Mais hortas serão construídas no local: “a ideia é que seja uma oficina permanente onde grupos de moradores e de outras instituições possam colaborar com a manutenção da horta”, explica Liliana. A psicóloga contou ainda que, às vezes, as pessoas vêem o espaço público como um local abandonado, e a horta traz a ideia de que os cidadãos também podem contribuir com o cuidado e manutenção desses espaços.

Por fim, a vice-presidenta do Cepagro, Erika Segae, agradeceu a participação dos presentes e a parceria com a Comcap e o Sesc que contribuíram com materiais para a oficina.

Cepagro trabalha em rede com formação de consumidoras e consumidores

No final de semana de 19 e 20 de maio, o Cepagro participou da primeira etapa do Curso de Formação Consumo Consciente e Responsável e Agroecologia , realizada em Palmeira (PR) pela AS-PTA. A atividade faz parte do projeto Consumidorxs e Agricultorxs em Rede, apoiado pela Misereor e que articula Cepagro, AS-PTA e também CETAP (RS) e Centro Vianei de Educação Popular (SC).  

texto: AS-PTA
fotos: Margareth MacQuade

O curso foi realizado na comunidade Witmarsum, em Palmeira (PR), e reuniu cerca de 60 pessoas, entre jovens consumidores, agricultores e assessores técnicos.

No primeiro dia o evento, as primeiras atividades realizadas foram focadas no debate sobre a Agrobiodiversidade, em especial no uso e na conservação das sementes crioulas. Nesse momento, foram tratados temas como o resgate das sementes crioulas, avaliação do uso em sistemas agroecológicos, multiplicação, armazenamento, importância feiras de sementes e o risco da contaminação por transgênicos, principalmente no caso do milho. Trabalho que a AS-PTA vem animando junto ao Grupo Coletivo e a Rede Sementes da Agroecologia na Região Centro Sul do Paraná e Planalto Norte Catarinense.

O debate foi bastante rico, com muitos depoimentos dos participantes sobre o tema, almoço e café agroecológicos e ainda a participação da Banda Mãe Terra de Mandirituba, que compõe músicas voltadas a agroecologia, contribuindo para o enriquecimento do encontro e animação dos participantes.

 

 

No segundo dia, o grupo pode vivenciar uma atividade prática na propriedade da família de Cleonice e Silvio Sluzars, na comunidade de Paiol do Fundo. A família Sluzars pratica agroecologia há mais de 20 anos, produzindo alimentos saudáveis, em especial as hortaliças. Em sua apresentação contaram sobre a trajetória de mudança no sistema produtivo, passando a produzir diversas espécies de hortaliças e a multiplicar próprias sementes. Mas o depoimento o principal foi a mudança de qualidade de vida que tiveram após deixarem de produzir no sistema convencional. Hoje a família vive a partir da comercialização direta de seus produtos a consumidores, principalmente da entrega de “sacolas agroecológicas”, das feiras agroecológicas e da entrega de alimentos em mercados locais e restaurantes. Para encerrar a visita os participantes puderam saborear o almoço agroecológico oferecido pela família com todos os alimentos produzidos na propriedade, mostrando que existem várias formas de produzir sem agredir a natureza, favorecer a saúde e consumir alimentos saudáveis agroecológicos.

Essa atividade é uma ação do Projeto Consumidores e Agricultores em Rede, numa parceria AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, Centro Vianei de Educação Popular de Lajes- SC, Centro de Tecnologias Alternativa Populares de Paso Fundo-RS (CETAP) e Centro de Estudo e Promoção de Agricultura de Grupo de Florianópolis-SC (CEPAGRO) e tem o apoio da Misereor. O Curso de Formação terá mais três etapas a serem realizadas até o final de 2019. Em outubro o Centro Vianei sediará a próxima etapa.

 

Semana do Alimento Orgânico movimenta feiras do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida

Nos dias 25 e 26 de maio (6ª e sábado), feiras orgânicas em Florianópolis, Garopaba e Imbituba têm programação especial.

Celebrando 4 anos de atuação pela alimentação saudável e apoio à agricultura familiar agroecológica, a FEIRA ORGÂNICA CCA terá a presença de vários grupos de Agroecologia da Rede Ecovida, trazendo alimentos, experiências e sementes para trocar com o público. Haverá também um saboroso CAFÉ AGROECOLÓGICO (traga sua caneca!), além do sorteio de uma cesta de alimentos orgânicos.

Neste mesmo dia também haverá EDIÇÃO ESPECIAL DA FEIRA ORGÂNICA DE GAROPABA, pra quem está mais ao sul do litoral! Roda de conversa com agricultor@s agroecológic@s, degustação de alimentos e distribuição de materiais vão rechear a programação da feira, que acontece das 8h ao meio-dia ao lado da Rodoviária de Garopaba.

E no sábado, dia 26 de maio, é a vez de IMBITUBA celebrar o Alimento Orgânico e Agroecológico, na feira ORGÂNICOS IMBITUBA, que acontece na Av. 3 de Outubro, no centro da cidade. Nesta manhã agroecológica haverá também conversa com  agricultor@s agroecológic@s, degustação de alimentos e distribuição de materiais.