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Seminário aborda Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos de Norte a Sul do País

Como parte da programação do III Curso de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana, acontece na próxima 4ª feira, dia 22 de Novembro, às 13h45, o Seminário “Integrando Revoluções”. A atividade será no Jardim Botânico do Itacorubi e vai reunir representantes da Revolução dos Baldinhos junto com outras duas experiências de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos: a Cooperativa de Compostagem de Paragominas/PA e da Revolução dos Baldinhos de Macaíba/RN. O encerramento será comandado pela banda Cores de Aidê. O evento é aberto e gratuito, resultado de uma parceria do Cepagro com a FAPESC, COMCAP, UFSC, FATMA e com apoio do Ministério da Agricultura. Para mais informações, escreva para gestaocomunitariaderesiduos@gmail.com.

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Cepagro promove 3º Curso de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana

O curso acontece em Florianópolis de 20 a 23 de novembro e tem promoção do Cepagro em parceria com a COMCAP, FATMA, UFSC e FAPESC. As inscrições já estão encerradas, mas convidamos a todxs para o Seminário Integrando Revoluções: Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos em SC, PA e RN, que acontece no dia 22/novembro, às 13h45, no Jardim Botânico do Itacorubi. Mais informações pelo email gestaocomunitariaderesiduos@gmail.com.

Cepagro convida para Seminário sobre Compostagem no início de julho

O Seminário A Compostagem de Pequeno Porte como Solução para os municípios de Santa Catarina acontece no dia 3 de julho, no Auditório Antonieta de Barros da Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Promovido em parceria pela Fapesc, Cepagro, Comcap, Fapesc e Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (LACAF-UFSC), o evento marca o lançamento da publicação Critérios Técnicos para Elaboração de Projeto,Operação e Monitoramento de Pátios de Compostagem de Pequeno Porte, elaborado por essas instituições. O evento é gratuito e aberto ao público.

Na programação, haverá também painéis sobre Experiências de Gestão de Resíduos Orgânicos e também da Política Nacional de Resíduos Sólidos e iniciativas no Estado de Santa Catarina, com representantes do Ministério do Meio Ambiente, da Prefeitura Municipal de Florianópolis e do Ministério Público de Santa Catarina. Além disso, o professor Rick Miller, do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, falará sobre o Método UFSC de Compostagem.

 

Para participar, faça sua inscrição pelo email seminariocompostagem@gmail.com.

PROGRAMAÇÃO

8h – Recepção
8h30 – Abertura
09h30 – O Método UFSC de Compostagem –
Prof. Rick Miller
Depto. Eng. Rural CCA/UFSC
10h – Experiências de Gestão de Resíduos Orgânicos
– Projeto Família Casca – Silvane Dalpiaz do Carmo /Floram
– SESC Cacupé – Renato Trivella
– Centro de Valorização de Resíduos e Jardim Botânico – Flávia Vieira
Guimarães Orofino/COMCAP
– Revolução dos Baldinhos – Ana Karolina da Conceição, Cíntia Cruz e Rose Helena de Souza.
– Feiras Sustentáveis: São Paulo – Eugênia Gaspar da Costa/INOVA
12h – Almoço
13h30 – Painel: A Política Nacional de Resíduos Sólidos e iniciativas no Estado de Santa Catarina
– Lúcio Proença – MMA: A PNRS e a Compostagem;
– Paulo Locatelli – MP/SC: Programa Lixo nosso de cada dia;
– Elsom Bertoldo Passos – Sec. Habitação/Prefeitura Municipal de
Florianópolis: Plano Municipal de Gestão de Resíduos.
15h30 – Lançamento do Boletim Técnico: “Critérios técnicos para
elaboração de projeto, operação e monitoramento de pátios de
compostagem de pequeno porte”
16h30 – Lançamento do Vídeo:
“Revolução dos Baldinhos: o Modelo de Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana” – Projeto FAPESC
17h00 – Encerramento

 

 

Cepagro participa do Seminário “Desafios Socioambientais Contemporâneos” em São Paulo

O coordenador de Agricultura Urbana do Cepagro, Júlio César Maestri, participa nesta 5ª e 6ª (1 e 2 de junho) do seminário Diálogos sobre os Desafios Socioambientais Contemporâneos, promovido pelo SESC Vila Mariana, em São Paulo. Júlio abordará a experiência do Cepagro em Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana no painel  Novos Arranjos Econômicos-Tecnológicos.

O seminário propõe abordar o avanço da crise ambiental planetária a partir de uma dupla perspectiva: a compreensão do problemático contexto atual e a apresentação de caminhos teóricos e práticos que já estão em curso para minorar os impactos ambientais e construir um planeta mais sustentável e equânime. Para tanto, especialistas de várias áreas do conhecimento tratarão do tema, que é por definição transdisciplinar, ao traçar um panorama do contexto socioambiental contemporâneo, discutir a natureza como bem público e a apropriação do patrimônio ambiental como mercadoria, o caráter econômico e tecnológico envolvidos nas discussões sobre sustentabilidade, e esforços realizados para promover a educação ambiental e a influência nas políticas públicas.
(informações do SESC/SP)

Revolução dos Baldinhos lança campanha de financiamento coletivo

revolucao

Referência nacional em gestão comunitária de resíduos orgânicos e agricultura urbana, a Revolução dos Baldinhos busca agora o apoio da população em geral para manter suas atividades em 2017. Com a finalização dos projetos que a financiavam e ainda esperando receber uma remuneração do Poder Público pelos serviços ambientais prestados, a Revolução – que mensalmente recicla toneladas de resíduos orgânicos na Comunidade Monte Cristo, em Florianópolis – lançou na última 2ª feira, 16 de janeiro, uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar 60 mil reais, necessários para subsidiar as atividades do grupo comunitário durante pelo menos 6 meses. A campanha, disponível no link juntos.com.vc/baldinhos, fica no ar até o dia 17 de março.

O processo de cadastro e doação é fácil e prático, dura menos de 10 minutos. A equipe do Cepagro está toda mobilizada para colaborar na iniciativa, e conta com o apoio de todxs amigxs, parceirxs e entusiastas da Revolução dos Baldinhos para não deixar o projeto morrer. Que tal começar 2017 contribuindo com a agricultura urbana?

Saiba mais sobre a campanha neste vídeo. A REVOLUÇÃO AGRADECE!

Revolução dos Baldinhos segue como exemplo de gestão de resíduos orgânicos

No artigo publicado na Revista Ciência e Cultura, intitulado “Fechando o ciclo dos resíduos orgânicos: compostagem inserida na vida urbana”, os agrônomos Marcos José de Abreu e Thais Menina de Siqueira afirmam: “De fato, a Revolução dos Baldinhos também nos ensina isto: orientada com base em envolvimento comunitário, a gestão descentralizada de resíduos orgânicos pode ser utilizada como ferramenta para promover saneamento, saúde pública, agricultura urbana e capital social em ambientes urbanos vulneráveis”.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

 

Começa a articulação da Rede Municipal de Agricultura Urbana

Lideranças comunitárias, membros de coletivos, educadores, estudantes, agrônomos, profissionais da Saúde e Assistência Social, terapeutas, empreendedores, agricultores urbanos. Tal diversidade de atores é representativa da variedade de experiências que passam a reconhecer-se e articular-se mutuamente através da Rede Municipal de Agricultura Urbana, formada durante um encontro realizado no último sábado, 8 de agosto, no Camping do Rio Vermelho. Quase 100 pessoas estiveram reunidas para a formação da Rede, que busca dar visibilidade e reconhecer  social, política e juridicamente as iniciativas de Agricultura Urbana em Florianópolis.  Dentre os principais encaminhamentos da reunião, ficou decidida a realização de um Encontro Estadual de Agricultura Urbana nos dias 26 e 27 de setembro, no Camping do Rio Vermelho.

DSC_0125 “A Agricultura Urbana é mais do que buscar uma alimentação saudável. Representa uma tecnologia para concretizar uma noção de cidade sustentável, justa e saudável”, disse o médico Leandro Pereira Garcia, diretor de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, que fez a primeira explanação durante o encontro. A partir do exemplo da formação da Rede Vida no Trânsito, que congrega 35 organizações que trabalham de forma integrada para reduzir a violência na ruas e estradas florianopolitanas, ele mostrou o passo-a-passo da construção de um coletivo articulado desta maneira. As etapas envolvem a formação de parcerias, o levantamento de informações e o desenho e execução de ações integradas.

Outra rede tomada como parâmetro durante o encontro foi a Rede Ecovida de Agroecologia, apresentada pelo engenheiro agrônomo Marcos José de Abreu, coordenador do eixo urbano do Cepagro e presidente do CONSEA/SC. “Por muito tempo a Rede não tinha nem ordenamento jurídico, mas já existia o reconhecimento mútuo entre os agricultores”, afirmou. O fortalecimento desta trama não só traz suporte e apoio para os agricultores, como também subsídios para a construção de políticas públicas. “A certificação participativa é um exemplo de iniciativa autônoma dos agricultores que agora é regulamentada”, explicou Marcos, referindo-se ao reconhecimento do Sistema Participativo de Garantia na Lei 10.831, que regulamenta a produção orgânica.

DSC_0132 A Rede Municipal de Agricultura Urbana surge após este eixo de trabalho ser desmantelado no Ministério de Desenvolvimento Social e num momento em que se discute não só a possibilidade e a necessidade de produzir alimentos dentro das cidades, mas a própria finalidade dos espaços urbanos. Questões como o acesso à terra e aos recursos naturais e a promoção da agricultura urbana como alternativa em situações de crise econômica entrelaçaram-se na fala da docente Juliana Luiz, membro do Coletivo Nacional de Agricultura Urbana. Para mostrar como a AU representa um rompimento de paradigmas e o enfrentamento de questões complexas, ela apresentou 3 experiências: a da Rede Carioca de Agricultura Urbana, da Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana e da Rede Portuguesa de Agricultura Urbana e Periurbana. “Já podemos dizer que a Agricultura Urbana é um movimento social nacional. Nossa batalha é aprofundar as relações em rede e romper com o estatuto precário da Agricultura Urbana”, disse Juliana, que considera que “já existe muito trabalho sendo feito, mas que não é reconhecido”. DSC_0116 DSC_0158 Antes de seguir na luta por reconhecimento externo, é necessário conhecer-se mutuamente. Para que isto acontecesse de forma lúdica e ativa, os participantes do encontro compartilharam um pouco de suas experiências em uma dinâmica animada pelo biólogo André Ganzaroli Martins, da equipe do Camping. Dispostas em círculo, quase 100 pessoas tramaram a articulação da Rede utilizando um simples rolo de barbante. Mesmo com alguns nós e tensões, o objetivo era comum: a promoção da Agricultura Urbana como forma de desenvolvimento social.

Esta discussão será aprofundada durante o Encontro Estadual de Agricultura Urbana, que será realizado nos dias 26 e 27 de setembro, no Camping do Rio Vermelho. Além do amadurecimento do debate, nesse momento também serão escolhidos os delegados para participar do Encontro Nacional de AU, que será em outubro, no Rio de Janeiro.

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