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Sensibilização de consumidores é um dos focos do Projeto Misereor em Rede

Eduardo Rocha, da equipe do projeto e presidente do Cepagro, facilita a oficina de SAN na Escola Sul da CUT

O projeto do Cepagro com outras três organizações do Sul do Brasil (AS-PTA, Vianei e CETAP) trabalha na sensibilização e articulação de consumidores e consumidoras para que optem por alimentos agroecológicos sempre que possível. No sábado 19 de agosto, por exemplo, a equipe do projeto facilitou uma oficina sobre Segurança Alimentar e Nutricional na Escola de Formação Sindical Sul da Central Única de Trabalhadores (CUT), no bairro Ponta das Canas, para cerca de 15 pessoas, consumidores/as da Feira que acontece ali quinzenalmente aos sábados. “Foi uma roda de conversa bem interessante, discutindo o papel do consumidor dentro da teia de produção e consumo”, afirma Erika Sagae, da equipe do projeto.

No sábado seguinte, 26 de agosto, a equipe do projeto participou de uma atividade na escola SOCIESC, no bairro Itacorubi. Numa parceria com o Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (LACAF-UFSC), foi feita uma sensibilização com pais e mães dos/as estudantes sobre o funcionamento de células de consumo de alimentos agroecológicos.  O objetivo foi divulgar e ampliar o número de consumidores de produtos agroecológicos que circulam ali, já que toda 6ª feira os agricultores do grupo Flor do Fruto da Rede Ecovida entregam alimentos no estacionamento da escola.    “Montamos uma stand e a medida que os pais iam circulando pela escola e nos perguntavam , explicávamos como funciona a célula de consumo”, conta Erika Sagae.

Projeto Misereor em Rede: articulando estudantes, técnicos/as e agricultores/as

 

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Feira Orgânica CCA: três anos aproximando o campo da cidade

fotos: Carlos Pontalti

Para comemorar seu terceiro aniversário e celebrar a Semana do Alimento Orgânico, a Feira Orgânica CCA teve uma edição especial na última sexta-feira, 2 de junho. Café agroecológico, oficinas, sorteio de cesta de alimentos orgânicos e uma animada apresentação musical movimentaram o Centro de Ciências Agrárias. A articulação com outros grupos de agroecologia da Rede Ecovida enriqueceu a oferta de alimentos: além do Grupo Flor do Fruto, de Biguaçu, vieram agricultoras e agricultores de Garopaba, Angelina, Piçarras e Florianópolis.

O grupo comunitário da Revolução dos Baldinhos também marcou presença.

A parceria com Laboratórios da Universidade também coloriu a Feira. Vieram representantes do Assentamento Comuna Amarildo, convidados pelo Laboratório de Educação no Campo e Estudos da Reforma Agrária (LECERA).

O grupo Horta Orgânica CCA, coordenado pelo professor  Antonio Augusto, realizou um belo manejo da agrofloresta em frente ao Cepagro, transformando-a numa horta mandala, com a colaboração do pessoal da Horta Comunitária do PACUCA.

O professor Ilyas Siddique colaborou na troca e distribuição de sementes, enquanto Rick Miller fez uma oficina de despolpa de jerivá.

Saiba mais sobre a Feira Orgânica CCA nas reportagens do portal Desacato e do Cotidiano UFSC.

Confira também o ensaio fotográfico do estudante Carlos Pontalti.

Semana do Alimento Orgânico traz programação especial e marca os 27 anos de fundação do Cepagro

Com o lema Plantar Educação para colher uma Alimentação Saudável, a Semana Nacional do Alimento Orgânico começa nesta quarta, 24 de maio, promovendo campanhas em todo país para oferecer informações aos consumidores sobre produtos orgânicos: como são cultivados, como certificar-se de sua qualidade, onde encontra-los. A data marca também a comemoração dos 27 anos de trabalho do Cepagro pela promoção da agroecologia em comunidades do campo e da cidade.

A inauguração da Feira Agroecológica do Campeche no sábado, 27 de maio, abre as comemorações da Semana do Alimento Orgânico. A Feira acontece a partir das 7h no estacionamento da Aldeia Índigo (Av. Pequeno Príncipe, Campeche) e é resultado da articulação do Cepagro com agricultores familiares de Leoberto Leal e Vidal Ramos (SC) que fazem parte da Rede Ecovida de Agroecologia.

No Itacorubi, durante a manhã e tarde do dia 31 de maio, o Hall do CCA estará ocupado com a Mostra Cepagro Fora de Casa, com banners, vídeos, publicações e fotos do trabalho da entidade ao longo de mais de duas décadas. Na hora do almoço, entre uma apresentação musical e outra da Hora Feliz do CCA, estarão presentes profissionais que começaram sua trajetória no Cepagro, contando suas experiências na ONG.

Na 5ª feira, 1 de junho, o Auditório da FIESC (Rod. Admar Gonzaga, Itacorubi) recebe a partir das 9h o Seminário sobre Qualidade dos Produtos Orgânicos em SC, com apresentação dos resultados de monitoramento de alimentos orgânicos e de um questionário sobre alimentos orgânicos pela Cidasc e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Na parte da tarde, ainda na Epagri, haverá palestras sobre Qualidade do Alimento Orgânico e Segurança Alimentar, com a nutricionista Elaine de Azevedo e sobre a Relação Produtor e Consumidor no Mercado dos Orgânicos, com o Prof. Oscar José Rover, coordenador do Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar da UFSC. Agricultores e agricultoras da Rede Ecovida de Agroecologia também estarão presentes para falar sobre seu trabalho na produção orgânica, a partir das 15h50.

De volta ao Centro de Ciências Agrárias, ainda na 5ª feira, o Cepagro participa da 1ª Semana de Estágios e Formação Profissional, promovida pelo Centro Acadêmico de Agronomia da UFSC. A conversa com o Cepagro e estudantes de Agronomia será no Auditório da Fitotecnia às 20h.

Fechando a Semana, no dia 2 de junho, a edição festiva da Feira Orgânica CCA – que acontece todas as sextas no estacionamento do Campus Itacorubi – traz degustação de receitas preparadas por ecochefs Slow Food e da erva mate orgânica Catanduvas, distribuição de sementes, oficinas e visitas guiadas com o grupo Horta Orgânica do CCA (HOCCA). Estarão presentes os parceiros e parceiras da Revolução dos Baldinhos e da Horta Comunitária do PACUCA, além de agricultoras e agricultores do Núcleo Litoral Catarinense da Rede Ecovida de Agroecologia. Além do Grupo Flor do Fruto de Agroecologia, haverá outros grupos de agricultores e agricultoras ofertando seus alimentos na Feira neste dia.

Programa da BAND aborda produção agroecológica na grande Florianópolis e região

Com a participação de Charles Lamb, coordenador geral, e das agrônomas Gisa Garcia e Jerusa Rosa da equipe técnica do Cepagro, o programa Sustentar da Rede BAND reportou os desafios da produção agroecológica na grande Florianópolis, desde a organização das famílias agricultoras até a comercialização no Box 721 do CEASA, nos pequenos varejos e nas feiras. A metodologia de trabalho com famílias que desejam diversificar o cultivo do tabaco, fazendo a gradual transição para a agroecologia, também foi abordada. Abaixo, a reportagem na íntegra.

Coleção “Saber na Prática”, editada pelo Cepagro, está disponível em meios físicos e eletrônicos

“Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”, produção editorial realizada pela Assessoria de Comunicação do Cepagro, pode ser consultada integralmente pela internet.

VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA!

divulgação-distribuição

 

A coleção apresenta a sistematização de metodologias adotadas pela entidade em seu trabalho de organização popular, dirigido a famílias em comunidades rurais e urbanas do Litoral Catarinense, Grande Florianópolis e Alto Vale do Itajaí.

Composta por 4 volumes impressos e 1 DVD com legendas em inglês, a coleção Saber na Prática: Vivências em Agroeocologia é um registro histórico e metodológico que visa auxiliar outras organizações a replicarem as ações apresentadas – levando em conta o que há de afinidades e diferenças entre as realidades, sempre no sentido de adotar técnicas sustentáveis de Agricultura e Gestão de Resíduos Orgânicos.

Os temas tratados são (CLIQUE NAS IMAGENS PARA ACESSAR AS CARTILHAS):

Vol 1 – Banheiro Seco

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O trabalho com esta Tecnologia Social iniciou-se junto a agricultores da Rede Ecovida de Agroecologia, que demandavam sanitários próximos aos locais de cultivo visando a ecologização completa das propriedades, seguindo princípios da permacultura. Do litoral de Santa Catarina a experiência disseminou-se para o semiárido nordestino, com apoio técnico e elaboração de material didático pelo Cepagro. A iniciativa culminou na construção de mais de uma centena de Banheiros Secos na região de Pesqueira, em Pernambuco.

Veja também o vídeo do volume 1 – Banheiro Seco.

Vol. 2 – Certificação Participativa

CARTILHA 02capa Certificacao Participativa copy.indd

Os Sistemas Participativos de Garantia (SPGs) tem como um dos principais diferenciais a oportunização de um espaço de formação e intercâmbio entre os agricultores, durante as sessões de avaliação da conformidade orgânica que acontecem nas propriedades rurais e agroindústrias, promovendo cidadania e incremento da produção familiar orgânica. Este volume lança luzes sobre o universo da certificação participativa, desde a constituição e funcionamento dos grupos de base da Rede Ecovida até o avanço da legislação brasileira de produção orgânica. 

Veja também o vídeo do volume 2 – Certificação Participativa.

Vol. 3 – Agricultura Urbana

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Enquanto os impactos da urbanização são fragilmente encarados pelas políticas públicas, inúmeras iniciativas no mundo repensam as cidades em suas características de produção, consumo e descarte de alimentos. Das Hortas Urbanas à Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos, e com amplo reflexo na rede municipal de ensino de Florianópolis, o Cepagro tem gerado referências nacionais no tema.

Veja também o vídeo do volume 3 – Agricultura Urbana.

Vol. 4 – Diversificação Produtiva

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A cadeia produtiva do tabaco, embora controversa, é encarada por muitos agricultores familiares do Sul do país como a única alternativa de renda. No contexto das ações nacionais de diversificação em áreas de tabaco, são apresentados exemplos bem sucedidos em propriedades no território do Alto Vale do Itajaí e tendo como paradigma a conversão para sistemas agroecológicos de produção – desde a a assistência técnica para transição à articulação de mercados de varejo e institucionais.

Veja também o vídeo do volume 4 – Diversificação Produtiva.

Serviço: Distribuição* da Coleção “Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”

 Preencha o formulário disponível neste link

 

DVD

 

Sistematização dos trabalhos do Cepagro será lançada na próxima sexta

“Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”, produção editorial realizada pela Assessoria de Comunicação do Cepagro, será lançada na próxima sexta, 06/12, às 13h30, no Sesc Cacupé (Florianópolis)

convite

A coleção apresenta a sistematização de metodologias adotadas pela entidade em seu trabalho de organização popular, dirigido a famílias em comunidades rurais e urbanas do Litoral Catarinense, Grande Florianópolis e Alto Vale do Itajaí.

Composta por 4 volumes impressos e 1 DVD, a coleção Saber na Prática: Vivências em Agroeocologia é um registro histórico e metodológico que visa auxiliar outras organizações a replicarem as ações apresentadas – levando em conta o que há de afinidades e diferenças entre as realidades, sempre no sentido de adotar técnicas sustentáveis de Agricultura e Gestão de Resíduos Orgânicos.

Os temas tratados são:

Vol 1 – Banheiro Seco

CARTILHA 01capa Banheiro Seco.indd

O trabalho com esta Tecnologia Social iniciou-se junto a agricultores da Rede Ecovida de Agroecologia, que demandavam sanitários próximos aos locais de cultivo visando a ecologização completa das propriedades, seguindo princípios da permacultura. Do litoral de Santa Catarina a experiência disseminou-se para o semiárido nordestino, com apoio técnico e elaboração de material didático pelo Cepagro. A iniciativa culminou na construção de mais de uma centena de Banheiros Secos na região de Pesqueira, em Pernambuco.

Vol. 2 – Certificação Participativa

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Os Sistemas Participativos de Garantia (SPGs) tem como um dos principais diferenciais a oportunização de um espaço de formação e intercâmbio entre os agricultores, durante as sessões de avaliação da conformidade orgânica que acontecem nas propriedades rurais e agroindústrias, promovendo cidadania e incremento da produção familiar orgânica. Este volume lança luzes sobre o universo da certificação participativa, desde a constituição e funcionamento dos grupos de base da Rede Ecovida até o avanço da legislação brasileira de produção orgânica. 

Vol. 3 – Agricultura Urbana

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Enquanto os impactos da urbanização são fragilmente encarados pelas políticas públicas, inúmeras iniciativas no mundo repensam as cidades em suas características de produção, consumo e descarte de alimentos. Das Hortas Urbanas à Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos, e com amplo reflexo na rede municipal de ensino de Florianópolis, o Cepagro tem gerado referências nacionais no tema.

Vol. 4 – Diversificação Produtiva

CARTILHA 04capa Fumo.indd

A cadeia produtiva do tabaco, embora controversa, é encarada por muitos agricultores familiares do Sul do país como a única alternativa de renda. No contexto das ações nacionais de diversificação em áreas de tabaco, são apresentados exemplos bem sucedidos em propriedades no território do Alto Vale do Itajaí e tendo como paradigma a conversão para sistemas agroecológicos de produção – desde a a assistência técnica para transição à articulação de mercados de varejo e institucionais.

Serviço: Lançamento da Coleção “Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”

Local: SESC Cacupé – Rod. Haroldo Soares Glavan, 1670 – Cacupe, Florianópolis – SC – (48) 3231-3200

Data: sexta, 06/12/2013 –  a partir das 13h30

Programação: 

13h30 –  Abertura do evento e apresentação da Coleção (Reserva de 10 minutos para o Sr David Fleischer contextualizar o trabalho da IAF no Brasil)

14hExibição dos vídeos “Banheiro Seco” e “Agricultura Urbana”

14h45 – Momento de testemunho 1: fala dos beneficiários, instituições parceiras, órgãos públicos sobre os temas apresentados

15h15 – Exibição dos vídeos “Certificação Participativa” e “Diversificação Produtiva”

16h – Momento de testemunho 2: fala dos beneficiários, instituições parceiras, órgãos públicos sobre os temas apresentados

16h45Café agroecológico – Produtos do BOX 721 da Ceasa e  daRede de Engenhos de Farinha de Mandioca artesanais, preparado por chefs do Movimento Slow  Food.

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Sul se une às Caravanas de todo Brasil para ampliar a visibilidade da Agroecologia

A nossa Caravana visa mobilizar as organizações do campo agroecológico em relação ao tema “Dinâmicas de Abastecimento e Construção Social de Mercados Agroecológicos”. Conta com 3 Rotas que envolverão representantes de experiências, organizações e movimentos do Sul e convidados de outras regiões do Brasil.

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Cada Rota busca contemplar as diversas estratégias de abastecimento e construção de mercados existentes no percurso, envolvendo organizações e movimentos que constroem a Agroecologia em nossa região. As rotas se encontrarão em Curitiba, onde haverá a discussão e síntese das principais questões levantadas durante o seu percurso. Dialogará com o Encontro Nacional Mulheres da ANA- Rumo ao III ENA (Encontro Nacional de Agroecologia). Também integrará a mobilização em favor do PAA, juntamente com organizações do Paraná.

PORQUE AS CARAVANAS?

Para estimular dinâmicas capilarizadas de mobilização social, visando à reflexão coletiva sobre as questões orientadoras, a ANA (Articulação Nacional de Agroeocologia) propõe o mergulho em distintas realidades nas quais a agroecologia e o agronegócio disputam espaço físico, político e ideológico como expressão de projetos opostos para o mundo rural. Assim situada, a proposta agroecológica será analisada à luz dos seus efeitos positivos sobre a vida social e sobre o mundo natural, contrastando-os com os impactos negativos advindos da imposição do modelo dominante. Explicitar e divulgar esses contrastes a partir das peculiaridades de territórios localizados nas diferentes macrorregiões brasileiras será o principal objetivo do processo preparatório do III ENA.

AS CARAVANAS COMO EXERCÍCIO COLETIVO DE ANÁLISE

A proposta é que as redes e organizações de determinados territórios se preparem para apresentar e debater a realidade da disputa territorial com diferentes delegações compostas por agricultores e agricultoras, representantes de povos e comunidades tradicionais e assessores/as, e vindas de outras regiões do mesmo estado ou de estados próximos. Além de proporcionar ambientes para o debate entre as organizações da ANA, as caravanas serão oportunidades para a produção de materiais de comunicação voltados para divulgação para amplos segmentos da sociedade.

As caravanas funcionarão como exercícios metodológicos para o desenvolvimento de um “novo olhar” sobre as experiências de agroecologia. Em vez de enfocá-las a partir dos eixos temáticos, a nova perspectiva propõe uma visão integradora entre as diferentes dimensões referenciadas na realidade dos territórios enfocados.

Até agora já ocorreram 5 Caravanas: na Zona da Mata Mineirana Chapada do  Apodi (Nordeste), na Amazônia, no Mato Grosso, no Leste Paulista e em Tocantins. Muitas outras estão sendo organizadas Brasil afora.

VEJA A PROGRAMAÇÃO DA CARAVANA SUL (Rotas 1, 2 e 3 e Curitiba)

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