É tempo de cultivar no projeto “Educando e Transformando com a Horta em São José”

Durante o mês o de junho, as atividades do projeto Educando e Transformando com a Horta foram intensas e cheias de novidades na CEM Santa Terezinha e no CEM Escola do Mar Flavia Scarpelli Leite, com o início da construção dos canteiros das hortas. Para isso, os/as alunos/as aprenderam a escolher o espaço ideal para a implantação dos canteiros, baseando-se na localização da escola de acordo com os pontos cardeais, declividade, drenagem, solo, acesso a água, entre outros. “Antes de plantar foi preciso aprender sobre o calendário agrícola e as plantas da estação, afinal não é toda planta que gosta do frio”, explica a agrônoma Karina de Lorenzi, do Cepagro, que coordena o projeto. 

As duas escolas estão fazendo a compostagem. No CEM Santa Terezinha, após a composteira em caixa d’água ficar cheia, foi montada uma composteira em leira junto com os alunos do 6º ano. Na Escola do Mar, após assistir um vídeo sobre a Revolução dos Baldinhos, os alunos passaram a adotar baldinhos para levar para casa e ensinar as famílias a separar os resíduos orgânicos. “Esses resíduos estão voltando para a escola, onde estamos fazendo a compostagem”, afirma Karina. 

Os/as estudantes também passaram a produzir as próprias mudas nas escolas. Na Santa Terezinha os/as participantes do projeto já haviam construído um espaço de viveiro e na Escola do Mar as mudas foram produzidas para também serem distribuídas na Semana do Meio Ambiente. A estudante Esther Silva Andrade, de 12 anos, levou mudas para casa e vem cuidando desde então. “Cuido todos os dias dessa plantinha para minha mãe”, conta Esther. “Acho o trabalho na horta bem criativo, gosto de plantar as sementes das verduras e regar as plantas. Minha mãe também gosta de hortas”, completa.

Esther Silva Andrade [ de blusa cor de vinho ] é estudante da Escola do Mar e tem achado o trabalho na horta bem criAtivo.

O projeto Educando e Transformando com a Horta em São José conta com apoio do Instituto MRV. Para realização dessas atividades tivemos a parceria do SESC para doação de composto, da CEASA para cessão de palhada e do Parque Ambiental dos Sabiás (São José), com doação de terra para substrato das mudas. Paralelamente, as vídeo-aulas continuam sendo produzidas, e desta vez conta com a participação dos alunos das duas escolas envolvidas no projeto.

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