Atividades do Projeto Misereor em Rede movimentam o Campeche

Entre rodas de conversa e intercâmbios de saberes, o Projeto Misereor em Rede tem movimentado e dado visibilidade às agriculturas urbanas do bairro Campeche, no Sul da Ilha de Santa Catarina. As atividades reúnem representantes de hortas comunitárias, agricultores/as urbanos/as, funcionários de Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e Postos de Saúde, além de parcerias da Epagri, proporcionando ricas trocas de saberes e experiências – além de saborosos momentos de degustação com Plantas  Alimentícias Não Convencionais (PANCs).

No dia 18 de agosto, uma 6ª feira, 12 participantes do projeto  se reuniram no Jardim do Simples – quintal produtivo no Campeche – para iniciar a discussão sobre Agricultura Urbana no âmbito da Rede Ecovida de Agroecologia.  “O Jardim do Simples é um espaço particular no Campeche com uma proposta de fomentar atividades de interação com a comunidade . Lá foi possível visitar o banheiro seco, o galinheiro e uma área com mais de 30 espécies frutiferas e PANCs”, conta Erika Sagae, técnica de campo do projeto e doutoranda em Geografia com a temática de Agricultura Urbana.  Ela avalia que “criou-se um laço de amizade entre as pessoas”. Como encaminhamento desta atividade, o grupo decidiu que fará encontros periódicos, visitando outras hortas urbanas e experiências de Agricultura Urbana em Florianópolis.

Na semana seguinte, no dia 24 de agosto, cerca de 40 pessoas, entre profissionais dos postos de saúde do Ribeirão da Ilha, Caieira da Barra do Sul e Tapera, além de moradores do Ribeirão participaram de um intercâmbio na Horta Comunitária do PACUCA, o segundo de uma série de 4 atividades em parceria com a Epagri com a temática de PANCs.  A proposta foi trazer elementos teóricos, preparar receitas e também mobilizar a comunidade para atividades comunitárias. Além da visita à Horta do PACUCA, os/as participantes fecharam a atividade com um saboroso lanche a base de PANCs no Jardim do Simples.  “É importante ressaltar o interesse das pessoas em participar das atividades. Do primeiro encontro, com 15 pessoas, para este segundo tivemos um aumento considerável de participantes”, afirma Erika Sagae.

 

 

 

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