Revolução dos Baldinhos é exemplo para o Plano Nacional de Resíduos Sólidos

Estamos no ano-limite para a eliminação dos “lixões” no Brasil – esta é uma dentre muitas medidas do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que vem gradativamente sendo implementado no país desde 2011.

As medidas focam sustentabilidade e aumento da reciclagem. Para os resíduos orgânicos, que correspondem a 50% em peso do lixo doméstico, a compostagem é apontada como uma eficaz  medida de tratamento local.

Há 6 anos a Revolução dos Baldinhos promove a gestão comunitária dos resíduos orgânicos na comunidade Chico Mendes, fechando o elo entre a compostagem e a agricultura urbana.

Clique na imagem abaixo abaixo para ver reportagem recente sobre este modelo e outras iniciativas que já estão em curso em Florianópolis.

 

Captura de tela 2014-04-13 às 20.20.03

Articulação catarinense do Slow Food promoveu Encontro em Florianópolis

por Fernando Angeoletto / Cepagro

No último domingo, 23/03, foram reunidos os Convivia, Fortalezas, Comunidades do Alimentos e demais pontos de articulação do Slow Food catarinense. O evento foi realizado no Camping do Rio Vermelho e organizado pela equipe dos Convivia Engenhos de Farinha e Mata Atlântica. Compareceram aproximadamente 50 pessoas, entre membros articuladores do movimento, chefs de cozinha, nutricionistas, educadores, empreendedores em turismo sustentável e os agentes comunitários da Revolução dos Baldinhos.

DSC_0226

Na seqüência das apresentações iniciais, realizadas no período da manhã, os convidados foram agraciados com um farto almoço agroecológico, preparado pelos chefs do Convivium Mata Atlântica com produtos do Box 721 da Rede Ecovida, pescados artesanais, produtos da comunidade da Farinha de Mandioca Polvilhada, da Fortaleza do Pinhão e de Butiá, suculento fruto de palmeira endêmica do sul do Brasil que agora candidata-se a uma vaga na Arca do Gosto.

DSC_0259

 

Dentre as pautas da reunião, destacaram-se 2: a composição da delegação estadual para compor o próximo Terra Madre/Salone del Gusto, evento bianual que ocorre na Itália em outubro, e as reflexões sobre as metas traçadas pelo Slow Food Brasil, que agora configura-se como uma associação nacional, atrelada à matriz italiana porém com estrutura e funcionamento próprios.

A participação no Terra Madre mundial é sem dúvida um dos momentos de maior estímulo aos que se dedicam a levar adiante a produção artesanal de alimentos e a conservação da biodiversidade em seus territórios. Na reunião do último domingo, foi esclarecido que qualquer associado Slow Food pode candidatar-se à participação, que é integralmente custeada pelo movimento (passagem, hospedagem e alimentação).

As indicações, porém, são baseadas em alguns critérios determinantes: ser membro de alguma comunidade vinculada a produtos que já compõem ou em vias de compor a Arca do Gosto, possuir potencial de articulação local e nunca ter participado do evento. Esclarecidos os critérios, os participantes da reunião foram informados de que receberiam uma ficha de inscrição na semana corrente, que após preenchida é submetida à análise dos articuladores locais.

Até o momento, 30 produtos brasileiros estão listados na Arca do Gosto. É, sem dúvida, um número tímido diante de nossa biodiversidade e cultura gastronômica. Neste contexto insere-se uma das atuais metas do Slow Food brasileiro: alcançar 1.000 produtos componentes da Arca.

Farinha de mandioca polvilhada de Santa Catarina, bijajica, mel de bracatinga, méis de abelhas nativas e butiá estão na fila para indicação à Arca, somente para citar alguns produtos do nosso território. Durante a reunião, o butiá foi defendido por alguns de seus representantes, os agricultores familiares Antonio Augusto e Lurdes Soares. “Fazemos polpa, geleia e doce de corte. Dentro do coquinho há uma amêndoa muito boa para fazer pães. E ainda se pode fazer artesanato com as folhas da palmeira”, explica dona Lurdes. Um dos encaminhamentos do encontro foi a formação de uma comissão para identificar e realizar os protocolos de indicação dos produtos catarinenses à Arca do Gosto.

Antonio Augusto apresenta o butiá, durante defesa da indicação para Arca do Gosto

Antonio Augusto apresenta o butiá, durante defesa da indicação para Arca do Gosto

Outra meta prioritária do Slow Food nacional é atingir 1.000 pontos de articulação no território brasileiro. Dentre os participantes da reunião, um coletivo com este potencial era a Revolução dos Baldinhos, que já foi representada no Terra Madre Itália de 2010, com 3 agentes comunitários que ministraram oficinas de compostagem para a juventude do movimento. Foi aventada também a criação de um Convivium de pesquisadores e acadêmicos, liderado por Érika Sagae, mestranda em educação do Campo.

Por fim, os líderes brasileiros estão incumbidos em contribuir com a criação de 10 hortas no continente africano, dentre o expressivo número de 10.000 hortas assumido pelo Slow Food mundial. Trata-se, na visão do movimento, de amenizar uma dívida histórica da Europa com a África, além de fortalecer a soberania alimentar no continente, sabidamente ameaçada.

A reunião de domingo contou também com a presença de uma parlamentar, a deputada federal Luci Choinacki (PT), idealizadora da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Agroecologia e Produção Orgânica. Sensibilizada com o Slow Food, a deputada comprometeu-se a colaborar com a viabilização da ida de agricultores ao Terra Madre da Itália, já que as vagas financiadas pelo movimento são limitadas.

Deputada Luci Choinacki segura pacote de composto produzido pela Revolução dos Baldinhos, ao lado de agentes comunitários e agricultores

Deputada Luci Choinacki segura pacote de composto produzido pela Revolução dos Baldinhos, ao lado de agentes comunitários e agricultores

A reunião tratou ainda do fortalecimento associativo do Slow Food, com convites a novos futuros membros, que podem vincular-se aos Convivia Engenhos de Farinha e Mata Atlântica ou a Fortaleza do Pinhão catarinenses. Para estimular o consumo local de produtos tradicionais e agroecológicos, foi socializada a lista das Compras Coletivas e a oferta semanal do Box 721 da Rede Ecovida na Ceasa/SC. O próximo evento do coletivo está agendado para maio, em Lages, com oficinas sobre o uso gastronômico do Pinhão e outras atividades que serão divulgadas em breve.

Confira, clicando na foto abaixo, o álbum completo do Encontro Slow Food catarinense.

DSC_0301

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DE ELEIÇÃO

Edital de eleição

Por este edital ficam convocados todos os associados do Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo – CEPAGRO, para a Assembléia Geral a ser realizada às 17:00 horas, do dia 22/04/2014 na Rodovia Admar Gonzaga, 1346, Florianópolis – SC, para tratar da seguinte ordem do dia:

- Eleição da diretoria executiva, conselho consultivo e Conselho Fiscal para o  período de maio de 2014 à maio de 2016.

Florianópolis, 20 de Março de 2014.

Julio Rafael Cançado Cogo

PRESIDENTE CEPAGRO

CPF 007161099-56

 

Revolucionando a sustentabilidade urbana

Artigo do coordenador do eixo urbano do Cepagro Marcos José de Abreu sobre a Revolução dos Baldinhos, publicado no Diário Catarinense (Caderno DC Continente) de 24/01/2013.

artigo baldinhos

 

Recentemente, uma iniciativa pioneira realizada desde 2008 no bairro Monte Cristo recebeu o 2o. lugar no Prêmio de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil. Trata-se do projeto Agricultura Urbana e a Revolução dos Baldinhos, que representa o engajamento comunitário iniciado com a busca de solução para um problema de saúde pública. Após sofrer uma grave infestação de ratos, a comunidade deflagrou uma ação articulada em rede, visando a separação e coleta dos resíduos orgânicos domésticos, diminuindo assim a disponibilidade de alimento aos roedores.

 As sobras passaram a ser encaminhadas para compostagem, tratamento ambientalmente correto que tem como resultado a produção de riquíssimo adubo. Distribuído na comunidade, este adubo contribui substancialmente para a viabilização da agricultura nos quintas, escolas e creches.

 A Revolução dos Baldinhos é também um espaço de oportunidades de ocupação, renda e visibilidade social. As ações são realizadas por um grupo comunitário de jovens e adultos, atualmente com 6 moradores que coletam cerca de 15 toneladas de resíduos por mês em 25 Pontos de Entrega Voluntária e 08 Unidades Escolares e Associações. Em 5 anos foram tratadas mais de 900 toneladas de resíduos orgânicos, que deixaram de ser despejadas em aterros sanitários ao custo de R$108,00 por tonelada, resultando em economia de R$ 97.000 aos cofres públicos e na produção de aproximadamente 350 toneladas de adubo.

 Assessorado pelo Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (Cepagro), o coletivo alavanca agora o seu potencial de empreendedorismo, através de metodologia implementada pela ITCP (Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares / Univali), para comercializar o composto excedente e oferecer serviços de palestras, oficinas e consultorias.

 A continuidade e ampliação desta iniciativa carece de espaço e infraestruturas. Como resultado da articulação desempenhada pelo Cepagro, temos garantidos, através de patrocínios da FAPESC e da ONU/UNHabitat, os recursos para a construção de um pátio de compostagem de 5.000m² e a aquisição de todos os equipamentos necessários para operá-lo. A contrapartida para aplicação da verba, porém, depende diretamente da Prefeitura Municipal de Florianópolis: a cessão de um terreno adequado para atividade, que é do mais estrito interesse público.

 É urgente o posicionamento da Prefeitura, que até hoje não ofereceu qualquer apoio institucional consistente, nesta questão. Do contrário, a cidade perde o momento histórico de afirmar-se como promotora de um exemplo concreto de Tecnologia Social focada na organização popular e na sustentabilidade urbana.

Conselho Estadual de Segurança Alimentar comemora 10 anos

O Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Santa Catarina (CONSEA/SC) completa hoje 10 anos de existência. Este conselho surge das mobilizações e ações pela Garantia ao Direito Humano a Alimentação Adequada (DHAA), travada por lutas de diferentes segmentos da sociedade, especialmente de organizações da Sociedade Civil. Além disso, tem como principal objetivo realizar o controle social das políticas publicas e programas relacionados à Segurança Alimentar e Nutricional(SAN), sejam federais, estaduais ou municipais.

Marcos José de Abreu – Engº Agrônomo do Cepagro e Presidente do CONSEA/SC

O CONSEA/SC é formado por representações da Sociedade Civil e do poder público estadual. Representando a sociedade civil temos organizações ligadas ao movimento agroecológico de Santa Catarina, à Reforma Agrária, à Agricultura Familiar, a Conselhos e Sindicatos de classes, Entidades religiosas e de assistência social que atuam no campo da SAN. Do poder público estadual temos representantes de diversas secretarias, como a de Educação, Políticas Sociais de combate a fome, Saúde, Fazenda, Agricultura, Assistência Social, Planejamento e da Casa Civil.  Também contribuem de maneira substancial para o debate participantes-ouvintes como o Departamento de Nutrição da UFSC, CECANE, MDA, CONAB, LECERA/UFSC, Concurso de Hortas de Balneário Camboriú.

As oficinas têm o objetivo de promover a segurança alimentar e trabalhar a educação ambiental

O funcionamento do CONSEA/SC está baseado nas Plenárias bimestrais, com duração de um dia inteiro, que trazem os temas de relevância para debate e decisão neste espaço. O conselho engloba Grupos de Trabalho,  Comissões Técnicas e Comissões permanentes, que além de reuniões realizam visitas de campo, eventos, trocas de experiências e até mesmo mapeamento de ações que promovem SAN. Neste último ano podemos destacar o Grupo de Trabalho de Agricultura Urbana e Peri-urbana que fez um mapeamento participativo de experiências, visitas as experiências no Estado de SC, contribuindo para a construção de projetos de lei e na discussão nacional sobre o tema. Outro importante acontecimento do ano que passou foi o Seminário sobre Compras Institucionais organizado pela Comissão Permanente de Comercialização e que tratou especialmente da aquisição direta da agricultura familiar por parte dos equipamentos públicos de SC.

Banner GT Agriurb_FINALAlém das comemorações dos 10 anos do CONSEA/SC, 2014 também será marcante por ser considerado o Ano Internacional da Agricultura Familiar pela FAO. Dois projetos serão executados neste ano: o de Implantação do Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN, iniciado no ano passado) e o de apoio e fomento ao SISAN, que começará em março. Estaremos com uma agenda cheia de construções, encontros e eventos, além da ampliação das possibilidade de fortalecer o sistema que garante Alimentação Adequada para as populações de Santa Catarina.  Vemos isto como conquistas deste Conselho, que no ano de 2011 impulsionou a Instalação da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional de Santa Catarina (CAISAN/SC) e aderiu ao SISAN Nacional, mesmo estando pendente por não ter uma legislação que contemple os moldes nacionais de Representações, sendo 1/3 do poder publico e 2/3 da sociedade Civil. Este será nosso maior desafio e luta para 2014, pois em parceria com a Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate a Fome de SC um pedido de alteração da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN) foi encaminhado para a Casa Civil de SC no final do ano de 2013.

 

Uma série de eventos marcará as comemorações dos 10 anos do CONSEA/SC, como o Seminário Indígena de SAN para março (na UFSC), Seminário Estadual de Agricultura Urbana e Peri-Urbana agendado para maioem Florianópolis, Plenárias Estaduais do CONSEA/SC em diferentes regiões de Santa Catarina, Dia Mundial da Alimentação em outubro, Oficina de Apresentação do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de SC, entre outros. Convidamos a todos e a todas a ficarem atentos ao calendário do CONSEA/SC para participarem destes eventos.

pinhalzinho-mapeamento-agriurb

Pautados pelos encaminhamentos e diretrizes extraídos da 4ª Conferencia Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional realizada em 2012, neste ano o CONSEA/SC estará com algumas pautas mais presentes nas discussões, como a questão do uso e consumo de agrotóxicos na produção dos alimentos em Santa Catarina, a comercialização dos produtos da agricultura familiar, a temática da SAN nos povos e comunidades tradicionais em SC, a Agricultura Urbana e Peri-urbana e o acompanhamento do SISAN.

Estes 10 anos podem ser comemorados com muita garra, pois este Conselho existe e realiza sua missão graças ao empenho de muitas pessoas e organizações, e que apesar de sua relevância funciona com pouca estrutura, poucos recursos para subsidiar as atividades e pouca reciprocidade nas exigências feitas para o alcance da Segurança Alimentar e Nutricional de Santa Catarina. Precisamos qualificar e ter estruturas fortes para continuar o trabalho de qualidade exercido pelo CONSEA/SC, bem como ampliar as ações de SAN no Estado de Santa Catarina, ampliando o debate sobre o Direito Humano a Alimentação Adequada no nosso Estado. Desta maneira estendemos nosso convite para representações da sociedade civil e do poder público estadual para fazer parte deste conselho, seja como conselheiros, ou como participantes ouvintes. Façamos destas comemorações de 10 anos do CONSEA/SC um marco para as questões de Segurança Alimentar e Nutricional no nosso Estado de Santa Catarina.

 


 

Sistematização dos trabalhos do Cepagro será lançada na próxima sexta

“Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”, produção editorial realizada pela Assessoria de Comunicação do Cepagro, será lançada na próxima sexta, 06/12, às 13h30, no Sesc Cacupé (Florianópolis)

convite

A coleção apresenta a sistematização de metodologias adotadas pela entidade em seu trabalho de organização popular, dirigido a famílias em comunidades rurais e urbanas do Litoral Catarinense, Grande Florianópolis e Alto Vale do Itajaí.

Composta por 4 volumes impressos e 1 DVD, a coleção Saber na Prática: Vivências em Agroeocologia é um registro histórico e metodológico que visa auxiliar outras organizações a replicarem as ações apresentadas – levando em conta o que há de afinidades e diferenças entre as realidades, sempre no sentido de adotar técnicas sustentáveis de Agricultura e Gestão de Resíduos Orgânicos.

Os temas tratados são:

Vol 1 – Banheiro Seco

CARTILHA 01capa Banheiro Seco.indd

O trabalho com esta Tecnologia Social iniciou-se junto a agricultores da Rede Ecovida de Agroecologia, que demandavam sanitários próximos aos locais de cultivo visando a ecologização completa das propriedades, seguindo princípios da permacultura. Do litoral de Santa Catarina a experiência disseminou-se para o semiárido nordestino, com apoio técnico e elaboração de material didático pelo Cepagro. A iniciativa culminou na construção de mais de uma centena de Banheiros Secos na região de Pesqueira, em Pernambuco.

Vol. 2 – Certificação Participativa

CARTILHA 02capa Certificacao Participativa copy.indd

 

Os Sistemas Participativos de Garantia (SPGs) tem como um dos principais diferenciais a oportunização de um espaço de formação e intercâmbio entre os agricultores, durante as sessões de avaliação da conformidade orgânica que acontecem nas propriedades rurais e agroindústrias, promovendo cidadania e incremento da produção familiar orgânica. Este volume lança luzes sobre o universo da certificação participativa, desde a constituição e funcionamento dos grupos de base da Rede Ecovida até o avanço da legislação brasileira de produção orgânica. 

Vol. 3 – Agricultura Urbana

CARTILHA 03capa AgriUrb.indd

Enquanto os impactos da urbanização são fragilmente encarados pelas políticas públicas, inúmeras iniciativas no mundo repensam as cidades em suas características de produção, consumo e descarte de alimentos. Das Hortas Urbanas à Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos, e com amplo reflexo na rede municipal de ensino de Florianópolis, o Cepagro tem gerado referências nacionais no tema.

Vol. 4 – Diversificação Produtiva

CARTILHA 04capa Fumo.indd

A cadeia produtiva do tabaco, embora controversa, é encarada por muitos agricultores familiares do Sul do país como a única alternativa de renda. No contexto das ações nacionais de diversificação em áreas de tabaco, são apresentados exemplos bem sucedidos em propriedades no território do Alto Vale do Itajaí e tendo como paradigma a conversão para sistemas agroecológicos de produção – desde a a assistência técnica para transição à articulação de mercados de varejo e institucionais.

Serviço: Lançamento da Coleção “Saber na Prática – Vivências em Agroecologia”

Local: SESC Cacupé - Rod. Haroldo Soares Glavan, 1670 – Cacupe, Florianópolis – SC - (48) 3231-3200

Data: sexta, 06/12/2013 –  a partir das 13h30

Programação: 

13h30 –  Abertura do evento e apresentação da Coleção (Reserva de 10 minutos para o Sr David Fleischer contextualizar o trabalho da IAF no Brasil)

14hExibição dos vídeos “Banheiro Seco” e “Agricultura Urbana”

14h45 – Momento de testemunho 1: fala dos beneficiários, instituições parceiras, órgãos públicos sobre os temas apresentados

15h15Exibição dos vídeos “Certificação Participativa” e “Diversificação Produtiva”

16h - Momento de testemunho 2: fala dos beneficiários, instituições parceiras, órgãos públicos sobre os temas apresentados

16h45Café agroecológico – Produtos do BOX 721 da Ceasa e  daRede de Engenhos de Farinha de Mandioca artesanais, preparado por chefs do Movimento Slow  Food.

DVD

 

 

Cultivo de cogumelos segue na pauta das Hortas Escolares

Uma das atividades do Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia (PEHEG) na Escola Básica Municipal Intendente Aricomedes da Silva (EBIAS) foi o cultivo e degustação de cogumelos Hiratake (Pleurotus ostreatus).

NYX

Por meio da prática do cultivo, do preparo e da degustação, a atividade teve como principais resultados aproximar os estudantes do curioso reino dos fungos e também estimular a descoberta de novos sabores aliados a bons hábitos alimentares.

A atividade, realizada com estudantes do 5º ano, foi coordenada pelos educadores Henrique Martini Romano (CEPAGRO) e Dinara Costa Castilhos (Laboratório de Ciências).

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O cultivo foi feito no Laboratório de Ciências da escola, onde os estudantes manipularam o substrato de palha de arroz já inoculado com os fungos. O substrato utilizado foi gentilmente cedido pelos proprietários da empresa Cogumelos Gula, de Garopaba.

Durante 20 dias os estudantes acompanharam a produção e a colheita dos cogumelos e no último dia 11 de novembro foi realizado o preparo e a degustação, com a participação da nutricionista Giovana Sbardellotto (SEPAT).

Para o preparo foram também utilizados temperinhos verdes da horta da escola. Os cogumelos foram servidos sobre torradinhas. Ficou uma delícia e todos ficaram muito felizes com a novidade!

OLYMPUS DIGITAL CAMERA OLYMPUS DIGITAL CAMERA NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX NYX